sábado, 21 de fevereiro de 2015

Top 10 - Clássicos dos RPGs que eu ainda vou zerar

Olá, todo mundo. Desculpem-me não ter postado nada nas últimas duas semanas, eu estou devendo quatro postagens para vocês e esse final de semana essa dívida vai aumentar para seis, então, eu vim aqui, mesmo sem ter nenhuma ideia do que postar e pensei em algo aleatório. Eu nunca fiz um Top no meu blog então decidi começar, quem sabe assim eu comece um novo quadro no blog. Sem mais enrolar, vamos aos clássicos dos RPGs que eu ainda pretendo zerar antes de morrer.

10- Fire Emblem

Todo fã de RPG que adora a Nintendo já deve ao menos ter ouvido falar em Fire Emblem, o que eu pretendo zerar, ou ao menos jogar não é apenas o primeiro jogo da série, e sim a série “Nossa, a série toda?” e por que não? “Você ao menos já jogou algum jogo da série?” Não, mas é por isso que esse jogo entrou nessa lista, eu tenho uma imensa curiosidade em conhecer a série, não apenas pelos primeiros jogos, mas conhecer ao menos os elementos da série para ver se isso desperta ainda mais a minha curiosidade em conhecer o resto da série, ou se apenas me contentar em jogar os jogos principais vai me deixar feliz.


9-Grandia

Conhece? Não?Não me surpreende. Sabe aqueles jogos que são muito bons, mas acabam tendo o sucesso abafado por outro jogo que é igualmente bom, mas que tem um hype gigantesca? Isso é Grandia, que teve seu primeiro título no mesmo ano que lançaram Final Fantasy 7 e teve que “brigar” com o sucesso de FF7 e acabou perdendo. Mas se eu dissesse que o jogo não faz sucesso, eu estaria mentindo, o jogo fez sucesso e teve várias sequencias. Eu nunca joguei, portanto não sei se ele é realmente tão bom quanto FF7, mas pretendo dar uma chance a série.


8-Parasite Eve

Você gosta de RPG? Você gosta de Survivor Horror? E se lançassem um jogo que misturasse elementos dos dois gêneros? Isso é Parasite Eve, lançado em 1998. O jogo teve duas sequências, Parasite Eve 2 e The 3rd Brithday, sendo esse terceiro exclusivo para PSP, o que não agradou nem um pouco aos fãs. “E porque o primeiro jogo não fez sucesso?”, olha, o jogo fez sim muito sucesso, tanto entre os fãs de RPG/Survivor Horror quanto entre as críticas “então porque hoje não temos Parasite Eve 3,4,5, etc... para as gerações atuais?”

Bom, lembra quando eu falei de Grandia e disse que o jogo teve que concorrer com o sucesso de FF7? Foi quase igual, só que Parasite Eve é um jogo da Square, mesma empresa que criou Final Fantasy, então como PE foi lançado um ano depois, muitos críticos e fãs de RPGs fizeram comparações com FF7, comparações completamente desnecessárias “mas você não disse que o jogo foi um sucesso entre fãs e críticos? Como o jogo parou no 2 e nunca fizeram nenhuma sequência para PS2, PS3...” outro motivo grande do jogo ter parado no 2 é que a Square queria se concentrar na série Final Fantasy, a Square tem, obviamente, muitos outros títulos, mas eles são principalmente conhecidos por Final Fantasy, então eles queriam se concentrar naquilo que já tinha um lucro garantido, ao invés de arriscar com um título novo.

Fora que como PE foi lançado um ano após FF7, quase todo o dinheiro que eles tinham guardado para marketing foi gasto em FF7 e não sobrou quase nada para PE e a série teve que depender da boca do povo para fazer sucesso. Sem falar que, tipo, imagina a cena, você é uma criança ou pré-adolescente dos anos 90 e acabou de zerar FF7, quando seus amigos te falam “tem esse outro RPG da mesma empresa de FF” então você vai jogar e é completamente diferente daquilo que você esperava, porque você estava esperando algo parecido com Final Fantasy, mas Parasite Eve não é Final Fantasy, então logo você se decepciona e abandona o jogo e fica só na expectativa de Final Fantasy 8. Foi basicamente isso que aconteceu com muitas pessoas que nem deram uma chance ao jogo só por não ter os mesmos elementos da série Final Fantasy, mas ainda assim o jogo vale a pena.


7-Valkyrie Profile

Eu não vou mentir, não conheço quase nada desse jogo, mas quando eu joguei ele pela primeira vez (há uns 12 anos) simplesmente me falaram “é o melhor jogo de PS1” eu joguei, e não me chamou muita atenção, então, na época, eu decidi me concentrar nos RPGs que eu já conhecia e que ainda não tinha zerado como Castlavanya: Symphony of the Night (já falei desse jogo nesse blog) e Digimon World 3 (até hoje, esse é o melhor RPG de Digimon que eu já joguei. Para mim, não existe nada mais nostálgico que esse jogo, pretendo um dia falar sobre esse jogo no blog) e acabei deixando Valkyria Profile de lado e nunca mais joguei, mas não nego que é um dos clássicos que eu mais me arrependo de ainda não ter zerado.


6-Série Persona

Se você me perguntar qual o meu jogo favorito de PS2 eu vou responder sem pensar duas vezes “Persona 3” e eu tenho vontade de jogar toda a série, desde o primeiro até o 5. Ah, sim, eu ainda não falei sobre isso aqui no blog, foi divulgado há algumas semanas, o trailer de Persona 5 e isso me deixou MUITO animado. Vou deixar aqui o trailer para vocês verem. Os três primeiros jogos (Persona, Persona 2: Innocent Sin e Persona 2: Eternal Punishment) tem um sistema muito diferente de Persona 3 e 4 que trazem o Social Link que inovou e marcou completamente a série, ainda assim, eu tenho muito interesse em zerar os primeiros títulos.

5-Série Shin Megami Tensei

“Ah, mas Persona faz parte da Shin Megami Tensei” Sim, eu sei disso, mas eu tenho vontade de jogar, além de Persona, a série principal SMT. Bom, eu acho que é isso, não tenho muito o que falar de SMT, só conheço a série por Persona e pela série Devil Survivor de NDS, essas duas séries são Spin-Off de SMT.


4-Chrono Trigger

Bom, não tem muito que falar de Chrono Trigger, tem coisa melhor do que jogar um RPG com a arte de Akira Toriyama? Eu só me arrependo de nunca ter jogado esse jogo.


3-Série Dragon Quest

Briga eterna, qual o melhor RPG? Metade dos fãs vota em Final Fantasy e a outra metade em Dragon Quest. Vontade de conhecer a série é que não me falta.


2-Diablo 1 e 2

Vou ser sincero, tenho muita pouca experiência em RPG eletrônico que não seja japonês (“eletrônico”, pois já joguei muito RPG de mesa), basicamente toda experiência que eu tenho com RPG eletrônico é com JRPG, e basicamente toda experiência que eu tenho em RPG não-japonês (singleplayer) é com Diablo, então eu tenho muita vontade de zerar os dois principais jogos da série “e Diablo 3?” também tenho vontade, mas como é um jogo recente, não entra na lista.


1- Série Final Fantasy

“Você não já conhece essa série? Fez até análise no blog” verdade, mas como esse é um Top 10 dos clássicos, ele entrou aqui pois a vontade que eu tenho é de zerar pelo menos os seis primeiros jogos da série, inclusive já tenho meio caminho andado em Final Fantasy 1, fora que hoje em dia, é muito bom jogar esses jogos, seja original ou remake (principalmente se você tem um NDS e um PSP).


Então é isso, esse é o meu primeiro Top 10. Eu não coloquei na ordem de pior para melhor, coloquei na ordem de qual eu acho mais importante jogar. Obrigado por tudo e até a próxima.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Análise: 999 - Nine hours, Nine persons, Nine doors


Gêneros: Aventura gráfica; Visual Novel.

Desenvolvedora: Chunsoft.

Plataforma: Nintendo DS; IOS.

Modo: Single-player.

Também conhecido como Zero Escape: 999 foi lançado em Novembro de 2009 inicialmente no Japão e em 2010 na América do Norte e para IOS em 2013 no Japão e em 2014 no resto do mundo (apenas em inglês).

O jogo teve uma continuação, chamado Zero Escape: Virtue’s Last Reward, que foi lançado para Nintendo 3DS e para PSVita. Foi lançado um OVA promocional do segundo jogo, vou colocar no final do post o OVA com a legenda em inglês, para quem tiver curiosidade de assistir, mas eu recomendo vocês assistirem apenas depois de zerar 999, pois tem um pequeno Spoiler do início do segundo jogo. O OVA tem apenas 13 minutos e mostra apenas o início do game.

Sinopse

O protagonista acorda trancado em uma sala sem se lembrar de nada e sem saber onde está (fora o fato de ter um bracelete em seu braço com o número 5), depois de um tempo fica óbvio que ele está preso em um navio. A única janela da sala quebra e começa a entrar água, fazendo com que ele tenha pouco tempo para escapar. Depois de um tempo, descobrindo como sair da sala, ele se lembra de que foi sequestrado por alguém que usa uma máscara de gás e que utiliza o pseudônimo de Zero.

Depois de escapar da sala, ele encontra mais oito pessoas, cada um deles carregando um bracelete com um número. Para manter o anonimato, eles decidem usar apelidos ao invés do nome original deles. Uma voz no megafone (que eles deduzem ser Zero) diz que eles são todos jogadores e explica as regras do Nonary Game.

As regras são basicamente essas: Os nove personagens tem nove horas para sair do navio, caso contrário, o navio vai afundar. Ao longo do Nonary Game, eles vão encontrar algumas portas com um número, que varia de 1 a 9, quando encontrarem tal porta, eles tem que decidir quem vai passar pela porta, de tal forma que apenas de 3 a 5 pessoas podem passar, mas existe uma restrição de quem pode passar por tal porta. O objetivo do jogo é encontrar a porta com o número 9, que é a saída.

Personagens

OBS: Vou pular a parte em que eu falo dos personagens, pois eu percebi que seria muito difícil falar sobre cada um sem dar spoiler. Sendo assim, vou direto para os dados gerais para não estragar a experiência de vocês ao jogarem.

Dados gerais

·                    Gráficos: Não se tem muito a falar sobre os gráficos, eles não deixam a desejar, porém também não impressionam; ainda assim, os gráficos entram em perfeita harmonia com o game, o cenário é pré-renderizado em 3D e o desenho dos personagens estilo anime combina com o ambiente. Nota: 7,5.



·                    Enredo: Excelente! Sério, a história é muito boa, lendo a sinopse, pode parecer simples, mas é muito, muito complexo. O jogo aborda temas que você nem sequer imagina que o jogo vai abordar como telepatia, conspirações com a tragédia do Titanic, rainhas egípcias que, no processo de mumificação, foram congeladas (sim, congelada. No Egito antigo) e muitas outras coisas que parecem não ter nada a ver. Muitas coisas não ficam claras no jogo, mesmo que você zere 100%, algumas coisas ficam dependendo da interpretação do jogador, mas imagino que algumas coisas foram respondidas no segundo jogo. Na tela de New Game se encontram na parte superior da tela de cima, seis interrogações que representam cada final do jogo, porém o jogo tem apenas um final verdadeiro. Nota: 9,5.



·                    Jogabilidade: Fora os diálogos e as escolhas, que são padrão em jogos de Visual Novel, também tem a parte Escape, em que o jogador tem que resolver um puzzle. Os puzzles consistem em interagir com objetos através da tela Touch Screen e eu não vou mentir, os puzzles são bem difíceis. Obviamente, interagir com objeto não é difícil, mas os puzzles vão exigir muito raciocínio do jogador, por exemplo, se você encontra um papel com letras e para sair da sala, tem que encontrar um código com 8 dígitos, só que são permitidos apenas números, você tem que descobrir como aquele papel vai te ajudar. Depois de um tempo tentando resolver, a resposta simplesmente aparece, como se estivesse o tempo todo bem na nossa frente. A forma como as suas escolhas influenciam no final, ficou perfeito, o mínimo detalhe pode te levar para um final trágico ou te levar para o final verdadeiro. Vale muito a pena liberar todos os finais, pois se for jogar apenas para liberar o final verdadeiro, o jogo vai ficar muito curto. Nota: 10,0.



Conclusão

Minha nota final para o jogo é 9,0. O jogo é muito bom, foi um dos melhores jogos que eu joguei no Nintendo DS. O jogo recebeu críticas muito boas e até venceu o prêmio de jogo de melhor história da IGN de 2010. Já a sua sequência, Virtue’s Last Reward, foi indicado a sete prêmios e venceu 4 (Jogo portátil do ano da GameSpot, Melhor história de 3DS/DS de 2012 da IGN, Melhor aventura gráfica de 2012 da RPGFan e Melhor História de 2012 da RPGFan).


Então é isso, espero que tenham gostado. Assim como na análise de Ace Attorney, eu queria poder entrar mais em detalhes, mas o jogo é curto então qualquer detalhe pequeno vai ser um spoiler, até mesmo falar sobre cada personagem é um spoiler. Mesmo se você for liberar todos os finais, você acaba ficando com um gostinho de “quero mais”, o jogo é em todos os sentidos, curto. Comentem para ajudar o blog e até a próxima.





sábado, 24 de janeiro de 2015

Besteiras sobre o blog

Primeiramente, olá. Venho aqui hoje para tentar explicar sobre eu mesmo em relação ao meu blog e sobre a frequência com que posto.

Não sei se vocês sabem, mas esse blog é administrado por apenas uma pessoa, se quiserem me conhecer, ao final do post vou Linkar meus perfis das redes sociais que eu uso com frequência. Voltando ao assunto principal, é difícil para uma só pessoa administrar um blog, mesmo que seja um blog completamente desconhecido como o meu, eu continuo postando não porque eu quero que meu blog fique famoso nem nada disso, eu posto apenas porque eu me divirto escrevendo o que eu escrevo e mesmo que apenas eu lesse o que eu escrevo, eu continuaria postando.

Claro que eu gostaria de conhecer pessoas que leem meu blog e gostam do que eu escrevo e que eu gostaria também que as pessoas que leem meu blog comentassem nas postagens, isso me deixaria muito animado a continuar a escrever no meu blog, mas não tão o quão animado eu fico quando estou escrevendo, mesmo sabendo que pouquíssimas pessoas leem.

Então o principal motivo de eu ter vindo aqui hoje postar esse artigo é eu tentar explicar sobre a frequência com que eu posto. Geralmente, quem tem um blog/vlog famoso tem um padrão a postar, "toda terça-feira", "toda terça e sexta-feira", por exemplo, então eu decidi que eu deveria ter um padrão, não por eu estar "imitando" esses blogs famosos ou por eu pensar que assim meu blog vai ter mais visualizações, mas por pura organização mesmo.

No início eu postava muito pouco, mas depois de começar a escrever análises de games e de começar a falar sobre as séries que eu gosto, eu fui ficando cada vez mais animado, então no final do ano passado eu decidi que deveria escrever duas vezes na semana; a cada três dias, eu postar alguma coisa.

Só que em momentos em que eu não tinha muita certeza sobre o que trazer aqui no meu blog, eu comecei a pensar em trazer qualquer coisa só para seguir esse "padrão" que eu tinha colocado na cabeça, mas trazer qualquer coisa só por trazer, mesmo eu sabendo que aquilo não teria muita relevância no meu blog, não só iria diminuir o número de visitas como eu também não ia me divertir muito escrevendo seja lá o que for.

Só aproveitando para avisar que as minhas aulas na faculdade já voltam semana que vem, então eu não iria ter muito tempo para focar no blog e iria trazer cada vez mais e mais conteúdo entediante, então eu decidi mudar esse padrão para um artigo por semana, entre o sábado e o domingo, sendo assim quatro artigos por mês no mínimo.

Mudanças

Desde o ano novo eu venho pensando em o que eu poderia fazer para melhorar meu blog. A primeira coisa que eu pensei foi em um novo Layout, mas para quem não tem um blog tão famoso, isso não tem tanta importância, eu acho que o Layout atual já está muito bom considerando as minhas atuais experiências com blogs.

A coisa mais importante, então, são as postagens. Vendo os marcadores no meu blog eu percebi o quão eu podia mudar o blog mesmo sem mexer no Layout. Eu vou trazer novas séries de postagens, por exemplo, eu venho pensando nesses últimos meses, em trazer análises e recomendações de jogos de smarthphone. 

Também venho pensando em falar minha opinião sobre determinada situação em relação aos games, como eu venho fazendo, falando sobre a atual situação da Nintendo.

Eu venho pensando também em melhorar série de postagens antigas, por exemplo, se você for em "marcadores" no meu blog e clicar em "séries" certamente você vai perceber que até agora eu só trouxe séries animadas, eu pretendo mudar isso.

Acho que a principal mudança que eu fiz ao longo desses últimos meses foi tirar a cor do plano de fundo do texto. Se você não entrou no meu blog na época que eu criei, eu postava tudo com a cor de plano de fundo preta e a cor do texto era branca, eu decidi mudar isso pois eu percebi que isso apenas diminuía o quão atraente o texto ficava.

Bem, basicamente é isso. Espero que tenham gostado e até a próxima. Aqui estão meus perfis nas redes sociais:

Facebook

Twitter

sábado, 17 de janeiro de 2015

Over the garden wall


Quem conhece o Cartoon Network sabe do gostinho que o canal tem em relação a desenhos animados com temas sombrios. Têm os clássicos As Terríveis aventuras de Billy e Mandy, O Mal Encarnado, Pinky e o Cérebro, Coragem o Cão Covarde...

Até aqueles que não tinham um tema sombrio como O Laboratório de Dexter e As Meninas Super Poderosas tinham um ou outro episódio assim, como naquele episódio de As Meninas Super Poderosas em que um mago zumbi volta dos mortos para se vingar e ele mata todas as meninas poderosas, mas no final descobrem que foi só um truque de mágica das meninas para matar o zumbi.

Até nos animes o CN de vez em sempre trazia os mais sombrios como Yu Yu Hakusho e Gakkou no Kaidan (que foi traduzido aqui no Brasil como Histórias de Fantasmas, eu tinha muito medo desse anime quando eu era criança).

Até os dias de hoje, os desenhos da CN tem um tema sombrio como Hora de Aventura, Apenas um Show e até o desenho brasileiro Historietas Assombradas para Crianças Malcriadas.

No dia 3 de novembro de 2014, estreou nos Estados Unidos a primeira minissérie da CN intitulada Over The Garden Wall, que traduzindo significa algo como Além das Paredes do Jardim e mais uma vez a CN mostrou a sua capacidade para desenhos sombrios.

O criador Patrick McHale já havia trabalhado na CN como escritor de As Trapalhadas de Flapjack (que também tem um tema sombrio) e escritor e diretor de Hora de Aventura. A série foi baseada em um curta chamado Into the Unkown (dentro do desconhecido) e também foi uma obra de Patrick McHale.

A série é sobre dois irmãos que se perdem em uma floresta chamada The Unknown (literalmente, O Desconhecido). Tentando voltar para casa, eles tem que passar por toda a floresta e acabam se deparando com situações bizarras como um lenhador obsecado por uma lamparina (que os alerta sobre uma tal Besta), animais falantes, uma mulher que sonha em criar uma escola para animais, um homem louco que acha ser o tio dos garotos e diz ter um fantasma em sua mansão e muitas outras coisas.

A série tem apenas 10 episódios de 11 minutos cada, mas ela foi lançada inteira num período de 5 dias. A série ainda não foi confirmada para o Brasil e nem foi confirmada nenhuma outra temporada.

Personagens

·                    Wirt

É o irmão mais velho, ele está sempre preocupado em encontrar o caminho de volta para casa e sempre suspeita de tudo. Seus principais hobbies são tocar clarinete e poesia, mas ele sempre tenta esconder isso de todos com medo de ser ridicularizado.

·                    Greg

O irmão mais novo, sempre se distrai facilmente e sua inocência o impede de se preocupar muito ou de suspeitar dos desconhecidos. Basicamente, é o personagem que sustenta a comédia da série.

·                    Sapo

Um sapo de estimação de Greg que ele está tentando encontrar um nome descente, todo episódio Greg acha um nome diferente que muda no episódio seguinte (e o nome do último episódio é o definitivo). Entre os nomes que Greg encontra estão: Wirt Jr, Cadete e Gatinho.

·                    Beatrice

Uma passarinha azul falante que tenta ajudar Wirt e Greg por eles terem a salvo quando ela estava presa em um arbusto. Eu poderia dar mais detalhes sobre ela, mas qualquer coisa que eu fale pode ser considerado spoiler.

·                    Lenhador

Apesar de parecer completamente suspeito, ele só quer ajudar os garotos, mas Wirt não confia nem um pouco nele. Ele é obcecado pela lamparina que carrega e pelo seu trabalho, que consiste em tirar óleo das árvores para manter a luz da lamparina acesa.



Vale lembrar que apesar de certos animais encontrados em Unknown tenham a habilidade de falar ou de ficar de pé como humanos, eles ainda são animais, não tem uma aparência antropomófirca como em Bojack Horseman.

A série é bastante diferente de tudo que já foi visto no Cartoon Network, é tão diferente que quando eu comecei a assistir eu pensava que era uma série de curtas do Cartoon Hangover (eu ainda pretendo fazer um artigo no meu blog sobre esse canal, mas se você não conhece, aqui está um artigo da revista Superinteressante).



Boa parte da série requer interpretação do expectador, algumas coisas eles não deixam muito claro, fazendo com que a pessoa que esteja assistindo interprete do jeito que ela quiser, por exemplo, a época da série; No início é fácil pensar que se passa na idade média, mas o final deixa uma dúvida se se passa na era moderna ou não.

A ambientação é ótima, bastante sombria, dando uma ideia de solidão, como se eles estivessem sozinhos na floresta. A trilha sonora é perfeita, nada de guitarra elétrica ou bateria, apenas violinos, órgãos, pianos... alimentando cada vez mais a ideia de que a história se passa no passado.


Bem, é isso, espero que tenham gostado. Comentem para eu saber onde eu fui mal, onde eu fui bem, onde eu poderia melhorar... isso vai ajudar muito para as próximas postagens. Até a próxima.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Sobre a atual situação da Nintendo com o Brasil


19 dias após eu ter publicado aqui no Blog um artigo onde eu falo sobre a atual situação financeira da Nintendo, é divulgado que a Nintendo iria encerrar as operações no Brasil e é claro que isso gerou mais comentários de hatters e é claro que eu vi a oportunidade perfeita para dar a minha opinião sobre todo esse assunto.

Resumo da história

No dia 9 de Janeiro de 2015, a Nintendo divulgou que iria encerrar as operações no Brasil e culpou os altos impostos. O que isso significa? Significa que a Nintendo não vai mais exportar nenhum produto para o Brasil e consequentemente, a partir desse mês, vai ser muito mais difícil encontrar algum jogo da Nintendo nas lojas e se encontrar, vai estar muito mais caro.


A Nintendo se pronunciou sobre isso (na verdade quem se pronunciou foi o representante da Nintendo da América Latina, Bill van Zyll) “Estes desafios incluem tarifas sobre importação que se aplicam ao nosso setor e a nossa decisão de não ter uma operação de fabricação local. Trabalhando junto com a Juegos de Video Latinoamérica, iremos monitorar a evolução do ambiente de negócios e avaliar a melhor maneira de servir nossos fãs brasileiros no futuro”. Ele também afirmou que apenas o Brasil iria ser afetado por essa mudança, ou seja, não adianta dizer que a Nintendo está caindo fora pela concorrência, pois se fosse por isso ela iria “sair” de muitos outros países.

Indo um pouco mais além

Antes de tudo, sim, os impostos sobre os games no Brasil são um absurdo. Impostos no Brasil já são um absurdo por natureza, isso não é novidade para ninguém, mas os impostos na área de games são absurdamente ridículos. Viajar para o exterior e comprar lá um game sai quase três vezes mais barato do que simplesmente comprar aqui. Então, sim, esse mesmo problema que a Nintendo enfrentou, a Sony e a Microsoft também estão enfrentando, só que eles enfrentam com aptidão.

Essa situação da Nintendo com o Brasil é de longa data, se você não sabe, é muito difícil comprar alguma coisa pela eShop do Nintendo 3DS e a eShop do Wii U no Brasil nem ao menos existe. A eShop do 3DS apresenta o preço em reais, mas é cobrado em dólar, fora que é impossível fazer compras com certos cartões como os dos bancos Itaú e Santander. Só lembrando que a Sony e a Microsoft também passaram por esse mesmo problema, mas resolveram quase sem dificuldade nenhuma.

A atual situação de games no Brasil

A situação é o seguinte: Na merda! Para vocês terem uma ideia, Funk carioca é considerado cultura no Brasil, mas tudo bem, segundo a sociologia “Cultura é tudo aquilo que resulta da criação humana. Não existe cultura pior nem melhor, apenas culturas diferentes” então eu até concordo considerar Funk carioca como cultura, mas segundo a sociologia, videogame também é cultura, mas o governo brasileiro não considera Videogames como cultura; funk é cultura, mas videogame não, PARABÉNS, BRASIL!

"PARABÉNS, BRASIL!"

Fora que qualquer caso que mostre uma possibilidade de uma criança ter matado a família, a mídia já culpa automaticamente os videogames. Todo mundo sabe que uma criança não vai “virar” travestir por assistir “As Branquelas”, nem vai virar um chefe da máfia por assistir “O Poderoso Chefão”, então uma criança vai virar uma assassina por jogar videogames? Então vejamos, jogar Mário não vai me fazer um encanador e jogar Tetris não vai me fazer engenheiro, mas jogar GTA vai me fazer um traficante e jogar Assassin’s Creed vai me fazer virar um assassino, PARABÉNS, BRASIL!

Aproveitando a oportunidade

Outra coisa que eu queria falar no blog, mas ainda não tive a chance. Eu cansei de esperar que o Brasil seja levado a sério no exterior se nem os próprios brasileiros levam o Brasil a sério, eu não estou falando no fato da maioria ter votado no candidato A ou candidato B durante alguma eleição, eu estou falando na atitude mesmo e um ótimo exemplo é a área de games.

 Acredito que todos que estejam lendo esse blog saibam o que é HUE BR (Se não sabe, aqui está um artigo da UOL falando sobre esse assunto), obviamente nem todos os brasileiros são jogadores HUE, mas TODOS os brasileiros acabam sendo vítimas de preconceito por causa dos HUE.

E não são apenas os brasileiros que sofrem com isso. Vocês tem ideia da quantidade de jogos que teve o servidor da América Latina cancelada por causa dos trolls brasileiros? E o pior, muitos gamers não veem o quão isso é grave e tem até orgulho disso.

Resumindo

A Nintendo é culpada por essa sua situação com o Brasil? Não necessariamente, está claro que a Nintendo não está fazendo muito esforço para ficar aqui, mas eu tenho certeza que se ela tivesse o mínimo de apoio do governo ela faria questão de ficar.

É verdade que os jogos da Sony e da Microsoft também têm impostos muito altos, mas vocês fazem ideia da quantidade de dinheiro que eles estão perdendo de ganhar só por estar aqui? Fora que eles são fabricantes de diversos outros aparelhos, enquanto a Nintendo fabrica apenas consoles (mas entenda, a Nintendo não está ficando “para trás” só por conta disso).
Entenda, a Nintendo não está “na merda”, quem está na merda é o Brasil, só o Brasil tem a perder com isso, em reputação e em tudo! Não só com essa história, não só quem é fã da Nintendo.

Bom, é isso. Espero que tenham gostado, eu fugi um pouco do assunto na metade do artigo, mas acredito que isso tenha ajudado a melhorar o entendimento do tema principal do artigo. Se possível, comentem para eu saber onde eu errei e onde eu poderia melhorar, isso vai ajudar bastante nos próximos artigos do blog.

domingo, 11 de janeiro de 2015

Winter Season 2015

Olá! Bem-vindos novamente ao meu blog e hoje vou trazer a lista de animes de inverno 2015. Só lembrando que essa não é a lista completa dos animes, apenas aqueles que eu pretendo acompanhar.

Lembrando também que aqueles animes que eu gostar muito eu vou fazer uma análise quando o anime acabar e que essa lista não é definitiva para os que eu vou acompanhar; ao longo da temporada eu posso parar de acompanhar algum que esteja nessa lista, ou posso passar a acompanhar outra que nem está na lista.

Só uma observação: A temporada já começou há mais ou menos uma semana e eu esperei esse tempo para assistir o primeiro episódio de cada anime só para ter uma ideia melhor das minhas expectativas, então vamos começar!

Kamisama Hajimemashita ◎


Sinopse: Nanami Momozono está sozinha e sem lar depois que seu pai fugiu da cidade e deixou para ela todas as suas dívidas, ela então é expulsa do apartamento por não ter condições de pagar o aluguel. Quando um homem que ela salvou de um cachorro oferece seu lar, ela aproveita a oportunidade, mas acontece que esse “lar” é um templo, e assim o homem misterioso a torna a nova divindade da terra.

Total de episódios: Desconhecido (até o momento)

Data de estreia: 6 de Janeiro de 2015


Segunda temporada. Para quem não assistiu a primeira, super-recomendo. Na página do MyAnimeList desse anime, na sinopse apenas estava escrito “Segunda Temporada” então eu coloquei a sinopse da primeira, já que é o mesmo anime. Minhas expectativas são medianas.


Tokyo Ghoul √A


Sinopse: O suspense de horror/fantasia tem início em Tóquio, que é assombrado pelos misteriosos “Ghouls” que estão devorando os seres humanos. As pessoas estão tomadas pelo medo destes ghouls cujas identidades estão escondidas no mistério. Um estudante universitário chamado Kaneki encontra Rize, uma ávida leitora como ele, na cafeteria que frequenta. Pouco ele percebe que seu destino mudará durante a noite.

Total de episódios: 12

Data de estreia: 9 de Janeiro de 2015


Segunda temporada de Tokyo Ghoul. Se você não assistiu a primeira, não perca seu tempo, apenas os últimos 5 minutos do anime vale a pena, vá logo ler o mangá que está bombando e ignore o anime. Eu inclusive já estou quase fazendo isso, mas estou com uma lista enorme de mangás para terminar/começar. Minhas expectativas para esse anime, sinceramente são baixas. Considerando a decepção da primeira temporada e que essa só vai ter 12 episódios...

Death Parade

Sinopse: Depois da morte, humanos vão para o céu ou para o inferno, mas para alguns, no instante da morte eles chegam a Queen Decin, um bar cujo atendente é um misterioso homem de cabelo branco chamado Decin. No bar, eles tem de jogar um jogo chamado Death Game onde eles apostam suas vidas e mostram sua verdadeira natureza. Decin é o juiz que determina quem vence e quem perde, quem vive e quem morre.

Total de episódios: 12

Data de estreia: 10 de Janeiro de 2015


De início, eu não me interessei muito por esse anime, mas depois que eu assisti o primeiro episódio, fiquei bastante animado. Existe um filme chamado Death Billiards que foi lançado em 2013, aparentemente o anime foi baseado nesse filme. Minhas expectativas são altas.


Ansatsu Kyoushitsu (Assassination Classroom)

Um alien-polvo destruiu metade da lua e prometeu aos humanos que vai fazer o mesmo com a terra depois de um ano. Ele faz um acordo com o governo de que ele iria ensinar a uma sala de desajustados (a sala 3-E) e que deixaria que os alunos tentassem matá-lo.

Total de episódios: 22

Data de estreia: 10 de Janeiro de 2015


Sinceramente, a sinopse não é nem um pouco atrativa, mas assistindo o primeiro episódio eu percebi porque o mangá faz tanto sucesso. Antes de tudo, vocês devem entender que é uma anime de comédia, ainda assim há ação e as cenas são muito bem feitas. Minhas expectativas são medianas.


Durarara!!x2 Shou

Sinopse: A história se passa em um centro de Tóquio, Ikebukuro, onde é comum o movimento de gangues adolescentes que brigam o tempo todo. Um grupo de gague conhecido como Dollars começa a ficar famoso. Toda Ikebukuro está intrigada pela lenda urbana do motoqueiro sem cabeça que muitos veem rondando pela cidade.

Total de episódios: Desconhecido (Até o momento).

Data de estreia: 10 de Janeiro de 2015


Segunda temporada de Durarara. Um dos meus animes favoritos agora está de volta e promete muito! Pelo o que eu pesquisei, vão ter mais duas temporadas, uma intitulada Durarara!!x2 Ten, prevista para ser lançado em Julho de 2015 e a outra intitulada Durarara!!x2 Ketsu, prevista para Janeiro de 2016. Minhas expectativas são extremamente altas!



Bem, é isso, tem mais continuação do que animes novos, mas os animes de janeiro são sempre assim. Espero que tenham gostado e até a próxima.
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