
Olá pessoal! Eu queria trazer mais uma teoria e queria que fosse de Pokemon, mas eu não sabia exatamente qual teoria de Pokémon seria melhor trazer então eu decidi trazer as minhas favoritas. Obviamente Pokémon tem várias teorias, mas eu não vou falar de todas, então pode ficar faltando algumas, tipo a do “Ash em coma” e outras que eu não queria falar sobre.
Só um alerta: Essa postagem pode conter spoiller do anime e de jogos, mas como eu só zerei o FireRed até agora então não tem tanta coisa assim. Então vamos lá:
Primeira teoria: Giovanni é o verdadeiro herói da história.

Sim, o mesmo Giovanni que é o líder da equipe Rocket. Vamos pensar no anime e nos jogos como histórias separadas (nas outras teorias e até daqui a pouco, nessa teoria mesmo, vai ser necessário pensar como uma só), no anime, a equipe Rocket rouba pokemons praticamente todo episódio, mas no jogo não é bem assim, eles chegam a roubar HMs, TMs, Pokebolas, a MasterBall e a Silph Scope, mas em nenhum momento do jogo eles chegam a roubar um Pokémon.
Giovanni, na verdade é dono de um cassino em Celadon e, além disso, ele é o líder de ginásio de Viridian. Mas se ele já tem tudo isso, para que roubar esses itens que eu citei no último parágrafo? Bem, todo mundo já deve saber que após zerar o jogo pela primeira vez (e isso também tem na versão Red original) você pode fazer uma Quest extra para capturar o MewTwo. Vamos pensar agora, Mewtwo é um Pokémon tipo psíquico, que é fraco contra tipo fantasma. O único jeito de capturar um Pokémon tipo fantasma no jogo é usando a Silph Scope e entrando numa torre que fica em Lavander, então era para isso que o Giovanni queria a Silph Scope, e se algo desse errado, ele teria que ter um plano B e esse plano B era justamente a MasterBall que ele também tenta roubar da Silph Co.
Tudo isso, porém, não faz do Giovanni um herói, mas se pensarmos no verdadeiro motivo de Giovanni querer o Mewtwo, vamos entender. Vamos agora pensar no anime e no jogo como uma história só. Esse é o lema da equipe rocket no anime: “Para proteger o mundo da devastação! / Para unir as pessoas da nossa nação!/ Para denunciar os males da verdade e do amor!/Para estender o nosso poder as estrelas!”. Ninguém nunca achou estranho o fato dos vilões terem um lema desses?
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A equipe rocket não é a única organização criminosa dos jogos/anime. Na região de Hoen existem as equipes Aqua e Magma, cujo objetivo é destruir o mundo usando os pokemons lendários Groudon (no caso da equipe magma) e Kyogre (no caso da equipe aqua). Tem também a equipe Galactic na região de Sinnoh cujo objetivo é controlar o tempo e o espaço usando os pokemons lendários Dialga, Palkie, Uxie, Azelf e Mersprit. Fora outras equipes que aparecem nos animes/jogos como a equipe Plasma.
Então, na verdade Giovanni queria o MewTwo para deter essas outras equipes então Red o impede e o mundo quase acaba várias vezes por causa do Red. Giovanni, percebendo o potencial de Red o chama diversas vezes para participar da equipe Rocket para ajudá-lo a salvar o mundo, mas Red recusa todas as vezes e isso pode explicar o fato dos jogos Red/Blue/Green/Yellow serem os primeiros, pois esses jogos são apenas uma introdução do que vai acontecer nos próximos jogos a partir do fim dos jogos da primeira geração.

Lembrem-se, é apenas uma teoria. Vou agora falar da minha opinião sobre essa teoria. Ela está cheia de buracos e apesar de ser bem detalhada quanto alguns tópicos, ela é muito pouco detalhista na parte que diz que Giovanni quer deter as outras equipes espalhadas pelo mundo. Além disso, aquele não é o verdadeiro lema da equipe rocket, Butch e Cassidy, outros membros da equipe rocket que aparecem no anime, dizem que Jesse e James sempre pronunciam o lema errado e que o verdadeiro lema é: “Para infectar o mundo com devastação/ Para apagar as pessoas de todas as nações/ Para denunciar a beleza do amor e da verdade/ Para estender nossa ira até as estrelas”. Fora que essa troca “anime=jogo/anime≠jogo” meio que já deixa a teoria sem argumento.
Mesmo assim, até a parte que explica que o verdadeiro objetivo da equipe rocket é capturar o Mewtwo faz bastante sentido e isso já é uma grande descoberta, já que em nenhum momento do jogo Giovanni ou qualquer outro membro da equipe Rocket fala o seu objetivo e foi justamente por isso que eu achei interessante trazer essa teoria. Então é isso, tirem suas próprias conclusões e vamos para a próxima.
Segunda teoria: Problemas evolutivos.
Eu vou falar de duas teorias famosas, vou puxar para mais uma e dessa eu concluo essa “segunda teoria” com outra teoria que não tem muito haver, mas que está ligada.
Muitos fãs dizem que a última evolução do Caterpie não era para ser um Butterfree, mas sim um Venomoth e isso faz muito sentido se desconsiderarmos os nomes e nos focarmos apenas nas aparências desses pokemons. Venomoth tem um corpo em camadas, assim como o Caterpie e o Metapod, já o Butterfree tem o corpo completamente roxo, tem antenas e os olhos completamente vermelhos, sem nenhuma pupila, assim como o Venonat. Isso pode ter sido um simples erro na programação do jogo, mas eu acho (e isso é uma opinião minha) que a GameFreak decidiu mudar isso pois achava que iria chamar mais a atenção do público infantil e feminino, se o Caterpie evoluísse para uma borboleta, já que a mariposa é mais visto como um inseto bizarro e a borboleta como um bichinho fofinho.

Outro possível erro que os fãs defendem é que o Magikarp deveria evoluir para um Dragonite e o Dragonair deveria evoluir para um Gyarados, já que ambos Gyarados e Dragonite são pokemons tipo dragão e o Gyarados parece mais com um Dragonair do que um Dragonite, mas eu discordo dessa teoria, pois o Magikarp tem uma barbatana dorsal e no Gyarados tem o que parecem ser várias barbatanas e também as nadadeiras do Gyarados parecem ter sido herdadas das nadadeiras do Magikarp, fora que as “orelhas” do Dragonair são claramente duas asas, que lembram muito as asas do Dragonite e o formato da ponta do rabo de um Dratini lembra mais o rabo do Dragonite do que o rabo do Gyarados, que lembra mais o rabo do Magikarp. E por último, o motivo mais obvio de Gyarados ser mesmo a evolução de Magikarp é que Gyarados é claramente um Pokémon tipo aquático, e Dragonite não.

E o último possível erro evolutivo é entre o Cubone e o Genganskhan. A Pokédex diz o seguinte sobre o Cubone: “Ele usa o crânio de sua mãe morta em sua cabeça. Quando ele se sente sozinho, dizem que chora alto.” O fato de nunca ter aparecido o filho do Genganskhan fora da bolsa, fora o fato do crânio do Genganskhan ser idêntico ao que os Cubones usam, fez os fãs acreditarem que o Genganskhan deveria ser a última evolução do Cubone, mas isso foi antes de aparecer o Marowak.

Em outras palavras, essa teoria diz que antes do Cubone, deveria ter um Pokémon que seria o filho do Genganskhan e depois que ele evoluísse para o Cubone, evoluiria para o Genganskhan, mas o que aconteceu com esse Pokémon? Ele foi simplesmente deletado do jogo? Não ficou nenhum vestígio dele no jogo?
Deixando essa teoria de lado um pouco, vou falar agora sobre o Missingno. Existe um erro em Pokemon Red/Blue onde é possível capturar um Pokémon que, teoricamente, não deveria existir. Esse Pokémon é o famoso Missingno, um Pokémon sem aparência definida, sem um tipo, sem um número e sem nome (Missingno na verdade é MissingNo. Que significa faltando número, em outras palavras, o código dele existe no jogo, mas não tem nenhum registro). Ninguém sabe ao certo o que é, ou o que deveria ser o Missingno, alguns dizem que era para ser a quarta ave lendária, outros dizem que a GameFreak queria fazer do Yoshi, um Pokémon, mas a Nintendo acabou desistindo da ideia.

A teoria mais plausível para quem é o Missingno está na teoria que eu acabei de contar. O Missingno era para ser a pré-evolução do Cubone, muitos fãs adotam essa como a teoria mais aceita, mas eu vou falar os erros dessa teoria, pois eu discordo dela (apesar de fazer todo sentido). Essa teoria diz que essa “troca” foi feita de última hora, por isso não tiveram tempo de “deletar” o código desse Pokémon antes que os jogos fossem à venda; mas em Lavender Town, se enfrenta o espírito de um Marowak, que dizem ser a mãe de um Cubone que a equipe Rocket matou, se essa troca foi feita de última hora, deve ter dado muito trabalho para trocar o espírito do Gengaskhan pelo espírito do Marowak e isso foi feito aparentemente sem propósito nenhum, ou seja, faria muito mais sentido deixar como estava, se não foi feito de última hora, então daria tempo de deletar o código.

Pesquisando um pouco mais e eu achei uma ótima explicação para o Missingno. Aparentemente, os Pokemon Red e Blue deveriam trazer 190 Pokémon e não apenas 151 e os outros 39 ficaram com um espaço vazio e 39 é justamente a quantidade de formas que o Missingno pode aparecer, é até agora a melhor teoria, mas não tem base nenhuma. Enfim, vamos para a próxima teoria.
Terceira teoria: A teoria macabra por trás de Hypno!

Você já ouviu a Creepy Pasta do Hypno? Ela é uma das mais macabras das teorias do Pokémon, segundo a minha própria opinião, ela chega a ser mais macabra que a Creepy Pasta de Lavender Town ou que qualquer hack já criado de Pokemon.
Vamos a Creepy Pasta. Essa teoria diz que Hypno, sendo um Pokémon tipo psíquico, tem como hobbie sequestrar crianças para invadir a mente delas. Essa teoria não diz o que Hypno quer sequestrando crianças, mas ela explica que a mente de uma criança é algo muito vulnerável, deve ser por isso que Hypno procura apenas crianças para fazer seus “testes” e só Deus sabe o que acontece com a criança depois que Hypno invade a mente dela.
Ao que parece, hypno invade a mente das crianças, causa um trauma terrível a ela, atormenta seus sonhos para que a criança não tenha nenhum momento de descanso e após toda essa tortura psicológica, ele vê a criança se contorcer de fome e sono para ver o resultado psicológico disso tudo.
A teoria diz que ele utiliza uma canção para hipnotizar as crianças, isso lembra alguma coisa? Ela é uma grande referência ao folclore do Flautista de Hemelin, que é muito citado na saga do circo de Kuroshitsuji. Eu trouxe essa história caso vocês não conheçam esse folclore:

“Há muito, muitíssimo tempo, na próspera cidade de Hamelin, aconteceu algo muito estranho: uma manhã, quando seus gordos e satisfeitos habitantes saíram de suas casas, encontraram as ruas invadidas por milhares de ratos que iam devorando, insaciáveis, os grãos dos celeiros e a comida de suas bem providas despensas.
Ninguém conseguia imaginar a causa de tal invasão e, o que era pior, ninguém sabia o que fazer para acabar com tão inquietante praga.
Por mais que tentassem exterminá-los, ou ao menos afugentá-los, parecia ao contrário que mais e mais ratos apareciam na cidade. Tal era a quantidade de ratos que, dia após dia, começaram a esvaziar as ruas e as casas, e até mesmo os gatos fugiram assustados.
Ante a gravidade da situação, os homens importantes da cidade, vendo perigar suas riquezas pela voracidade dos ratos, convocaram o conselho e disseram: Daremos cem moedas de ouro a quem nos livrar dos ratos.
Pouco depois se apresentou a eles um flautista taciturno, alto e desengonçado, a quem ninguém havia visto antes, e lhes disse: "A recompensa será minha. Esta noite não haverá um só rato em Hamelin".
Dito isso, começou a andar pelas ruas e, enquanto passeava, tocava com sua flauta uma melodia maravilhosa, que encantava aos ratos, que iam saindo de seus esconderijos e seguiam hipnotizados os passos do flautista que tocava incessantemente.
E assim ia caminhando e tocando, levou-os a um lugar muito distante, tanto que nem sequer se poderia ver as muralhas da cidade.
Por aquele lugar passava um caudaloso rio onde, ao tentar cruzar para seguir o flautista, todos os ratos morreram afogados.
Os hamelineses, ao se verem livres das vorazes tropas de ratos, respiraram aliviados. E, tranqüilos e satisfeitos, voltaram aos seus prósperos negócios e tão contente estavam que organizaram uma grande festa para celebrar o final feliz, comendo excelentes manjares e dançando até altas horas da noite.
Na manhã seguinte, o flautista se apresentou ante o Conselho e reclamou aos importantes da cidade as cem moedas de ouro prometidas como recompensa. Porém esses, liberados de seu problema e cegos por sua avareza, reclamaram: “Saia de nossa cidade! Ou acaso acreditas que te pagaremos tanto ouro por tão pouca coisa como tocar a flauta?.
Dito isso, os honrados homens do Conselho de Hamelin deram-lhe as costas dando grandes gargalhadas.
Furioso pela avareza e ingratidão dos hamelineses, o flautista, da mesma forma que fizera no dia anterior, tocou uma doce melodia uma e outra vez, insistentemente.
Porem esta vez não eram os ratos que o seguiam, e sim as crianças da cidade que, arrebatadas por aquele som maravilhoso, iam atrás dos passos do estranho músico. De mãos dadas e sorridentes, formavam uma grande fileira, surda aos pedidos e gritos de seus pais que, em vão, entre soluços de desespero, tentavam impedir que seguissem o flautista.
Nada conseguiram e o flautista os levou longe, muito longe, tão longe que ninguém poderia supor onde, e as crianças, como os ratos, nunca mais voltaram.
E na cidade só ficaram a seus opulentos habitantes e seus bem repletos celeiros e bem cheias despensas, protegidas por suas sólidas muralhas e um imenso manto de silêncio e tristeza.
E foi isso que se sucedeu há muitos, muitos anos, na deserta e vazia cidade de Hamelin, onde, por mais que se procure, nunca se encontra nem um rato, nem uma criança.”
Essa é uma fábula que foi contada pelos irmãos Grimm, os mesmos que contaram as versões originais de Chapeuzinho Vermelho e Os Três Porquinhos, todos com um trágico final.
Voltando a teoria do Hypno, vou mostrar daqui em diante, porque eu gostei tanto dessa teoria e fazer revelações sobre ela, em outras palavras, vou trazer evidências que podem tornar essa teoria verdadeira.
No Japão, Hypno não tem esse nome, lá ele é chamado de “Sleeper”, que significa “dorminhoco”, fora isso, ele tem vários movimentos que fazem o inimigo dormir. Além disso, existem várias evidências, tanto no anime quanto nos jogos que confirmam essa teoria.

Em um episódio da primeira temporada do anime chamada “Soneca hipnótica”, Ash, Misty e Brock chegam a uma cidade onde crianças têm desaparecido misteriosamente nos últimos três dias. Acontece que nesse episódio, hipno estava ajudando idosos que sofrem de insônia com seus ataques para fazê-los dormir, mas isso acabava afetando as crianças, que foram encontradas no final do episódio em um bosque, onde todas acreditavam ser pokemons.
Nos jogos Fire/Red e Leaf/Green (isso não acontece nos originais, pois acontece em uma ilha que não tem nos Red/Blue originais) ao chegar em uma cidade, o protagonista ouvi várias pessoas falarem sobre o desaparecimento estranho de uma garota de aproximadamente seis anos. O protagonista entre em uma floresta próxima à cidade e encontra uma menina, ao falar com ela, a menina diz “Ele vai chegar, ele está aqui, ele já está entre nós” e uma luta com um hypno se inicia.

Ou seja, a Nintendo já confirmou que Hypno realmente sequestra crianças com suas habilidades hipnóticas, então a Creepy Pasta só tenta explicar os objetivos de hypno ao sequestrar as crianças.
Existe uma canção circulando na internet chamada “canção de ninar do hypno”, que seria o que as crianças escutam quando o hypno “as chama”, ela surgiu dessa Creepy Pasta. Eu vou colocar a tradução, mas não vou pôr o vídeo, se vocês quiserem ver o vídeo para escutarem a música, pesquisem que não é nada difícil de encontrar. Notem que ela tem um sentido meio duvidoso das intenções do hypno.
“Venham criancinhas, venham comigo
Seguras e felizes, vocês serão
Longe de suas casas, agora vamos correr
Com Hypno, vocês vão se divertir muito
Oh, criancinhas, por favor, não chorem
Hypno não faria mal a uma mosca
Sejam livres pra se divertirem, sejam livres para brincar
Venham comigo para ficar na minha caverna
Oh, criancinhas, por favor, não se contorsam
As cordas, eu sei, vão te segurar firme
Agora olhe para mim, o pendente chama
Para trás e para frente, suas pálpebras caem
Oh, criancinhas, vocês não podem sair
Por vocês, suas famílias sofrerão
A mente deles irá desvendar as costuras
Permitindo-me assombrar os sonhos deles
Não chorem, não esperneiem
É hora de vocês irem dormir
Oh, criancinhas, vocês não foram espertas
Agora vocês ficarão comigo para sempre”.
Então é isso, espero que tenham gostado, pois deu um pouco de trabalho para fazer esse artigo, até a próxima.

Eu já falei para vocês sobre as séries animadas que eu acompanho, vou trazer mais um e esse, ao contrário da dos outros, tem realmente um tema adulto, ou seja, é proibido para menores de 18 anos por conter uma linguagem e cenas pesadas.
Enfim, Drawn together é uma série animada que nos apresenta um reality show fictício onde todos os personagens são uma sátira, basicamente não há nada na cultura pop que escape dessa série.

Ele foi inicialmente exibido no Brasil pelo Mutilshow e atualmente é exibido pelo Comedy Central Brasil com o título de A Casa Animada. Até agora não foi dublado para português, mesmo assim a legenda do CCB é tão escrota quanto, digamos, a dublagem brasileira de The Big Bang Theory (logo eu vou falar sobre cada personagem e só pelo modo que traduziram o nome de alguns personagens vai deixar claro o quão ruim a série foi legendada).
Por que eu não falei sobre esse desenho no post sobre séries animadas? Aqui vão alguns bons motivos: Primeiro, eu deixei claro naquele post que não ia falar sobre desenhos +18, mesmo assim eu coloquei South Park, pois ele tem a classificação +16, já Drawn Together não. Outro bom motivo é que ele é difícil de encontrar, até mesmo na internet. Eu fiquei sabendo (não lembro por onde) que Drawn Together está disponível na Netflix, mas como eu não tenho Netflix, nem conheço ninguém que tenha, não posso confirmar.

Vamos falar da história: 8 personagens vivem juntos em uma casa cheia de câmeras, e é isso. Parece ser idiota, mas cada episódio trás acontecimentos bizarros e os próprios personagens (que já são suficientemente bizarros) deixa a série muito engraçada. Vou falar sobre cada personagem:
- Captain Hero (Capitão herói)

É uma paródia a Superman e outros super heróis, ele inclusive tem amizade com vários heróis (já foi visto com o Superman e com Batman, e em um episódio ele liga para Spiderman). Tarado, estúpido, narcisista e pansexual são algumas das melhores formas de descrever ele.

Um porco humanoide inspirado em personagens de desenhos da internet feitos em Flash, como Happy Tree Friends (outro desenho que eu costumava assistir, mas provavelmente não vou falar sobre esse desenho no blog, a menos que eu volte a assistir). Antes de entrar para o Reality Show, ele era uma mascote de um site pornô. Ele é pervertido, racista, homofóbico, tem um aspecto asqueroso, gosta de arrotos, puns, estrume, costuma defecar em qualquer canto e urinar naquilo que ele acha que é “dele”.
- Xandir P. Wifflebottom (Xande)

Esse é meu personagem favorito. Ele é uma versão gay de Link da série The Legend of Zelda. Ele tem superpoderes, muitas vidas (em um episódio, ele decide se matar por não se aceitar como gay, ele se mata mais de 40 vezes e quando só falta uma vida para morrer, finalmente impedem ele de cometer suicídio) e carrega itens mágicos como a flauta do primeiro jogo de Zelda que teleporta ele para vários lugares com um furacão (como mostra no primeiro episódio). Ele está sempre se repetindo “estou em uma missão inacabada para salvar minha namorada”, mas em alguns episódios ele simplesmente acredita que ela está apenas usando ele, mas ele nunca se decide sobre isso.
- Foxxy Love (Chica Ximbica)

OBS: Melhor nome traduzido de todos.
É uma sátira a Valerie Brown, pandeirista de Josie e as gatinhas (e a primeira personagem negra em desenhos) e outros programas de Hanna- Barbera. Foxxy é o tipo de pessoa que fala o que vier a cabeça sem se importar o que vão pensar sobre ela, ela serve como mediadora da casa e gosta sempre de bancar a detetive à La Scooby Doo. É bissexual e geralmente, todas as piadas racistas do programa estão ligados a ela. Ela tem uma cauda de raposa e usa um boné com orelhas de raposa que ela não tira nem durante o banho, fora isso ela se veste de maneira sexual, com uma camisa rasgada, sem sutiã e com um short curto.
- Princess Clara (Princesa Clara)

Pode ser meiga e ter uma voz doce, mas é completamente mimada, fanática religiosa e altamente racista e homofóbica. É uma sátira a diversas princesas da Disney (e assim como Captain Hero já foi visto com outros heróis, ela já foi vista com outras princesas como Branca de Neve e Cinderela). Apesar de ser uma seguidora fiel da Bíblia, tem tendências ao lesbianismo, fazendo de todo o seu preconceito uma ironia. Ela tem preconceito com negros, judeus, asiáticos e homossexuais.

É uma versão velha, obesa e em preto-e-branco de Betty Boop. Ela gosta de provocar briga entre outros personagens da casa, é sadomasoquista, aparentemente imortal (morre quase todo episódio, assim como Kenny de South Park, mas ela depois aparece viva no mesmo episódio sem ninguém dar a mínima importância a sua morte) e é comilona ao extremo, ingerindo coisas bizarras como a mobilha da casa, um tubarão vivo e até mesmo outros personagens.
- Wooldoor Sockbat (Imeia Delano)

É o personagem menos recorrente da série. É uma sátira a desenhos como Bob Esponja e Looney Toones. Assim como esses desenhos, suas ações comprometem as leis da lógica e da física. É difícil dizer exatamente o que Wooldoor é.

É um animal asiático que satiriza Pikachu e outros monstros orientais. Ele fala em uma língua desconhecida onde aparece a suposta tradução legendada, onde apenas quem assiste ao programa (e não os personagens) entende o que ele diz, porém em alguns episódios alguém entende o que ele fala, o que dá a entender que eles entendem tudo o que Ling Ling fala, mas tenta ignorar ele. Ele é muito violente e tende a ser um psicopata que quer sempre arrumar uma desculpa para usar os seus poderes, que geralmente são descargas elétricas, mas variam bastante. Ele é constantemente visto como o mascote da casa, embora ele não goste desse título.
Bem, é isso. Vou trazer à vocês algumas imagens para vocês terem ideia do nível de humor.









Sinopse
Na era Vitoriana, o sorridente garoto Ciel, descendente da rica família Phantomhive vê seus pais morrerem e é sequestrado por um grupo de sádicos da Inglaterra que sequestra várias crianças para torturarem-nas. Sem ter a quem pedir ajuda, Ciel faz um contrato com um demônio chamado Sebastian Michaelis que passa a realizar todas as suas ordens como mordomo, desde então, a alegre criança Ciel morre e assim nasce Ciel, o “Cão de Guarda da Rainha”, detetive particular.
A rainha pede a Ciel para que ele investigue um caso de constantes desaparecimentos de crianças durante toda a Inglaterra, que somem por onde passa um grupo circense chamado Ark’s Noah Circus. Ciel e Sebastian assistem a uma apresentação e por ordens de Ciel, Sebastian fica depois da apresentação para investigar mais e acaba entrando para o grupo, agora ele e Ciel vão ter que aturar a difícil vida de circo que envolve ensaiar o dia todo, tomar banho ao ar livre e dividir tendas com estranhos/seres que eles odeiam e esse caso tem mais relações com o passado de Ciel do que ele imagina.
Considerações iniciais
Bem, como vocês já devem saber, mas vou lembrar agora, Kuroshitsuji é um mangá publicado pela autora Yana Toboso e teve uma adaptação em anime em 2008, onde apenas metade do anime era fiel ao mangá e teve uma segunda temporada em 2010 com todos os episódios Filler e entre esse tempo teve uma série de OVAs (nenhum deles seguindo o mangá).
Essa temporada é a adaptação da primeira saga que se passa no mangá que não foi animada na primeira temporada (se passa logo após a saga dos indianos) e é também considerado por muitos fãs, a melhor saga do mangá, então os produtores decidiram que estava na hora de reviver essa série, já que ela está bem avançada no mangá.
A minha primeira e maior decepção foi perceber que o anime teria apenas 10 episódios, tudo bem que não é uma saga tão grande a ponto de poder fazer 12, 13 episódios; mas as minhas expectativas eram que fizessem a mesma coisa que fizeram com FullMetal Alchemist e Hunter X Hunter; eu queria que eles lançassem todo o anime de novo desde o início, mas ao invés disso eles lançaram apenas essa saga e colocavam vários flashbacks para não confundir os espectadores; esperto, mas talvez não tenha sido a melhor ideia.
O anime já começa com um episódio Filler, outra visão (digamos assim) do primeiro capítulo do mangá, só que no final do episódio Lau entrega para Ciel a carta da rainha contendo as entradas para o circo. Inteligente? Um pouco, mas considerando que Lau não tem nada a ver com a Rainha, então não. Além disso, a forma como Ciel recebe a carta da rainha é muito melhor no mangá (isso foi o que eu achei, mas pelo o que eu percebi muitas pessoas gostaram do primeiro episódio da temporada).

Fora isso, o resto do anime ficou bom, bem, eles acrescentaram algumas coisas que não acontece no mangá, como a aparição de Grell que apesar de ser curta, é importante. E também aquele linda cena onde o grupo do circo vai sequestrar uma criança e um policial vai tentar detê-los; Aquilo não acontece no mangá, mas conseguiu ser uma das melhores cenas da saga. Eu editei a cena e postei para mostrar para vocês, a edição ficou ruinzinha mas pelo menos ficou em HD!
Considerações finais
Apesar de tudo, a temporada foi um sucesso, uma ótima adaptação. A abertura e finalização ficaram ótimas, assim como toda a trilha sonora do anime. As vozes dos personagens ficaram, em geral, boas, mas em alguns casos ficou a desejar como uma criança do circo que tem voz grossa; Quanto a voz dos personagens antigos, permaneceu a mesma das outras temporadas e isso é bom.
A saga que vem após essa (que é chamada de Book of Murder) vai passar como OVA nos cinemas japoneses e pelo o que eu pesquisei não vai demorar a legendarem e postarem na internet, então acho que pelo menos até novembro já vamos ter essa nova saga e quem sabe, depois dela eles animem outras sagas do mangá ou faça até uma nova temporada desde o início como eu pensei que fosse.

Idiotices de sempre do blog
Então é isso, espero que tenham gostado. Provavelmente vou fazer um desses para cada anime da temporada que acabar, ou talvez só os que eu mais gostei. Eu estou para voltar a fazer AMVs por esses dias então vou postar aqui meus AMVs e acho que vou postar apenas um AMV antigo meu. Até a próxima...

Gêneros: Survivor Horror; Terror Psicológico.
Desenvolvedora: Climax Studios.
Distribuidora: Konami.
Plataforma: Nintendo Wii; Playstation 2; Playstation Portable.
Modo: Single Player.
Desde 2006 (ano em que lançou o primeiro filme de Silent Hill) iniciou-se um rumor sobre um possível remake de Silent Hill 1 lançado em 1999 para PS1, só que o que os boatos diziam era que o remake teria como protagonista uma mulher (Rose, protagonista do filme) e em maio de 2009 foi anunciado na revista Nintendo Power o remake intitulado Silent Hill: Shattered memoried. Na revista, ficou claro que Harry Manson seria mais uma vez o protagonista.

Esse é um dos poucos jogos da série que foge dos elementos de Silent Hill que os fãs conhecem, mas é diferente de Silent Hill 4 (que também foge um pouco). Muitos esperavam que fosse um remake fiel ao original, mas mudou tanto que ficou um jogo completamente diferente, onde apenas o nome “Silent Hill” e o nome dos personagens não mudam, mas o resto muda completamente.
Esse jogo foi muito bem aceito pelos fãs e isso foi realmente uma surpresa já que não foi exatamente o que os fãs esperavam, mas conseguiu ser um sucesso por diversos motivos que eu vou citar ao longo do artigo, mas o que mais deve ter contribuído para isso foi o final inesperado, não haviam feito uma reviravolta tão grande nos jogos de Silent Hill desde Silent Hill 2, que é considerado por muitos o melhor Silent Hill justamente pela surpresa que o final aguarda.
Sinopse
Prestem bastante atenção a essa sinopse, pois ela é parecida com o do Silent Hill original, mas alguns detalhes fazem com que o enredo ao longo do game mude completamente.
Silent Hill: Shattered Memories conta a história de Harry Manson, um escritor pouco conhecido que mora em uma cidade chamada Silent Hill. Harry é divorciado e tem uma filha chamada Cheryl. Um dia, Harry está passeando de carro com sua filha quando ele perde o controle do carro, bate e desmaia, ele acorda percebendo que sua filha não está mais lá e ele sai seguindo as pistas para encontrar sua filha e acaba percebendo algumas coisas de errado com a Silent Hill que ele conhece e agora Harry tem que descobrir o que aconteceu com Silent Hill e principalmente tem que descobrir onde está Cheryl.
Perceberam as diferenças? No original, Harry não morava em Silent Hill, só esse detalhe confunde os jogadores que estão no início do game, fora isso, em nenhum momento da sinopse diz que ele bateu o carro para tentar desviar de uma "figura misteriosa que apareceu do nada na estrada" (que viria a ser Alessa) como acontece no original. Fora isso algumas poucas mudança: Nesse ele é divorciado só que no original era viúvo (pode parecer besteira, mas isso tem grande importância no decorrer da história) e, além disso, ele é escritor e no original nem falam qual o emprego dele, tanto para quem não jogou tanto para quem já zerou o jogo acha que esse fato é de pouca importância, mas pensem bem, se na cidade de vocês morasse um homem que escreveu um livro que é conhecido, não digo a nível mundial, mas a nível nacional ou até estadual, a maioria não teria ao menos ouvido falar nele? Todas as pessoas que ele encontra na cidade nem fazem ideia de quem Harry seja e isso é uma das coisas que ele achou estranho na cidade depois que acordou, pois ninguém o conhecia.
Ah, outro detalhe pequeno, esse jogo se passa em Flash Back. Logo no início, vemos um homem preparando um drinque e a voz de uma mulher (que parece ser uma secretária) diz “Dr. Kaufmann, o paciente chegou” e o homem fica tipo “Ah, legal. Ele chegou mais cedo, isso é bom, mande-o entrar” e então o mostra conversando com uma pessoa (não dá para saber quem é, pois essa cena tem uma jogabilidade em primeira pessoa). E o Kaufmann, psiquiatra diz para a pessoa que viu a ficha dela e que viu a quantidade de médicos que ela procurou e que outros psiquiatras e psicólogos não conseguiram ajuda-lo, mas Kaufmann queria que ele voltasse “ao início”, onde tudo começou e que era para ele/ela contar o que aconteceu e só então o jogo em si começa e isso foi incrível, um dos motivos do game ter sido um sucesso. Essa sensação de “déjà vu” percorre não só no personagem, por estar “revivendo aquilo enquanto conta sua história”, mas também nos jogadores que veem no início semelhanças com o original.

Quando eu comecei a jogar (obviamente eu sabia que era um remake), eu pensei logo de cara que o jogo era uma continuação e que se passasse entre Silent Hill 1 e 3 e que a história era que Harry tinha enlouquecido pelo o que ele viveu no primeiro jogo e que ele iria contar a sua visão de como tudo aconteceu, mas calma aí, O Dr. Kaufmann aparece em SH 1, então o que ele está fazendo falando com Harry? Não se sabe exatamente que tipo de médico o Kaufmann do primeiro jogo era, mas eu considerei erroneamente que era outro Kaufmann sem ligação nenhuma com o do primeiro game.
Personagens
Harry Manson:

O protagonista do jogo, seu objetivo é encontrar sua filha e para isso ele está disposto a fazer qualquer coisa.
Cheryl Manson:

Pequena e indefesa, a maior parte de suas lembranças se resume a brigas de seus pais e por fim, o divórcio deles.
Dr.Michael Kaufmann:

Psiquiatra que avalia o personagem/jogador com testes e perguntas psicológicas. Em determinados momentos a história é interrompida para mais uma conversa com o Dr. K e dependendo das respostas, a história pode seguir um novo rumo.
Cybil Bannet:

Policial de Silent Hill, no início quer ajudar Harry, mas depois dele desobedecer -la para procurar sua filhe e depois dela checar a ficha dele e descobrir algo de estranho com “Harry Manson” ela fica contra ele.
Michelle Valdez:

Harry a encontra na escola quando está seguindo os passos de Cheryl . Ela é uma aspirante a cantora e se apresenta semanalmente em um clube. Ela tem um namorado e parece ter problemas no relacionamento, mas mesmo assim tenta ajudar Harry. É a única personagem “nova”, ou seja, que não aparece no primeiro game.
Dahlia:

Uma adolescente sensual que diz conhecer Harry e diz ter até relações carnais com ele, embora ele não a reconheça. (Dica: Ignore completamente as diferenças entre essa Dahlia e a do jogo original. Pense que esse é um novo jogo, portanto personagens antigos tem novos papeis, só assim você conseguirá entender a trama desse remake).
Lisa Garland:

Enfermeira que Harry encontra e tenta ajudar. Sofreu um acidente no hospital em que trabalha e está com a hemorragia na cabeça e precisa que Harry a leve para casa.
Dados gerais
- Gráficos: Não se tem muito que falar do gráfico, ele é simples, portanto o jogo não tem tantos bugs, mas mesmo assim o gráfico não deixa de impressionar um pouco. Como eu disse no início da análise, esse remake mais parece um jogo diferente, portanto entre as diversas características que mudam, o gráfico está entre elas; o gráfico teve que mudar, pois não existe mais aquele sentimento completo de solidão nem de satanismo que existiam em outros jogos. Como não se encontram mais corpos pendurados durante os locais (que nos outros jogos, era onde mais impressionava graficamente) a qualidade gráfica foi reduzida um pouco para se adequar às novas características. O jogo foi feito para três plataformas (Wii, Ps2 e PSP) e entre as três existe uma leve mudança gráfica. Queria ter dado a nota máxima a essa categoria, mas não consigo deixar de pensar que o gráfico poderia ser um pouco melhor, principalmente se fosse lançado para PS3 ou Xbox360 já que, considerando a data que ele foi lançado, era algo possível. Nota: 9,5.


- Enredo: Eu considero um remake bom àquele que segue a risca a história do original, mas eu tiro meu chapéu para esse jogo, ele conseguiu mudar a minha opinião sobre o significado de remakes. A história, como eu já disse, é basicamente a mesma do original, mas com poucas mudanças que ao longo do tempo vão se tornando grandes mudanças e no final você sente como se estivesse jogando algo que nunca jogou antes. Como eu já falei, o final foi o que mais impressionou. O jogo tem vários finais, todos seguem o mesmo rumo, mas algo acaba mudando na cutscene final e você percebe que é um final diferente daquele que você conseguiu. Nota: 10,0.

- Jogabilidade: O gameplay foi o que mais mudou no jogo inteiro. Antes você entrava em um novo local e tinha que procurar o mapa, se não encontrasse, o nível de dificuldade aumentava muito, além disso, ao vencer um mestre, você tinha que sair procurando munição e item de cura e ao entrar em uma sala, você tinha que procurar itens para interagir para assim resolver os puzzles. Nesse remake, você tem um celular com câmera, que é usado na maioria dos puzzles e ele ainda tem GPS, ou seja, não importa onde você está, você sempre vai saber para onde está indo. O celular também permite fazer e atender ligações (o que também faz parte dos puzzles) e receber mensagens de texto e de voz substituindo os “memos” dos jogos anteriores. Não é possível lutar contra os monstros, apenas fugir deles, mas eles nem sempre aparecem; em determinadas partes do jogo, tudo congela, fazendo com que passagens antes acessíveis se fechem e só aí que os monstros aparecem até você completar o objetivo da “fase” e aí tudo volta ao normal. Não existe munição, já que você não usa arma e nem barra de HP,o sistema de sangue é simples, quando todo o CG congelar, você tem que fugir de monstros, ocasionalmente um deles vai te agarra e você tem que se livrar dele, cada vez que um monstro te agarra, você começa a mancar, corre menos rápido e isso torna o ato de “fugir” cada vez mais difícil; se uma grande quantidade de monstros conseguir te agarrar, você desmaia e volta para o início da “fase” (quando tudo começou a congelar). Essa nova jogabilidade me fez estranhar um pouco o jogo, mas é bom, pois não fica na “mesmice” de sempre e não ficou ruim, mas algumas coisas não funcionam como deveriam, por exemplo, o objetivo do GPS seria você poder acessar ele sempre, mas quando você está fugindo de monstros, fica difícil acessa o mapa e muitas vezes o objetivo é chegar a um determinado local, mas se você tentar ver o mapa, um monstro te agarra e você tem que se livrar dele, tendo que começar do zero o processo de tentar abrir o mapa (que não é apenas apertar um botão e pronto, como era nos outros jogo). Nota: 8,0.


Conclusão
Minha nota final para o jogo é 9,2. O jogo é Silent Hill, não deixa de ser, mas por outro lado você não sente que está jogando um Silent Hill, mas o jogo não é ruim, é um ótimo remake, mas não é um remake para quem ainda não jogou o primeiro e quer saber da história, é para alguém que já jogou o primeiro, mas quer uma nova visão do jogo; se você tentar jogar esse jogo sem ter jogado o primeiro, você não vai ter dificuldades nenhuma, nem mesmo no entendimento da história, mas se você quer mesmo entender todo o enredo e quer conhecer melhor a série, o melhor seria você começar a jogar o primeiro mesmo. Se você começou a jogar esse jogo mas está pensando em parar por qualquer motivo que seja como não gostou da dificuldade do jogo ou acha que o jogo é muito diferente para considerar esse jogo um Silent Hill ou ainda se você empacou em algum puzzle, não desista, não pare de jogar pela metade, pois eu posso afirmar que a grande surpresa que o final do game aguarda vale completamente a pena.

Bem, é isso. Espero que tenham gostado e até a próxima análise. Estou preparando a análise de um jogo muito especial, que vai ser a primeira análise que eu trago que não é um remake. O jogo é relativamente antigo, é de 2011, mas quem mora no ocidente conheceu o game há pouco tempo, pois teve uma polêmica muito grande para trazer esse jogo para o ocidente, ele é um grande título do RPG.