sábado, 20 de junho de 2015

American Horror Story (parte 2)

Asylum


A segunda temporada de American Horror Story se passa em uma Instituição Mental conhecida como Briarcliff, fundada com o intuito de tratar criminosos insanos. A temporada se passa em 1964 e tem como tema principal a sanidade, é usado como base para essa temporada filmes que tratam de Seriais Killers.

Essa é a temporada favorita da maioria dos fãs (inclusive eu), mas não conseguiu agradar certa parte, vou explicar porque algumas pessoas não gostaram dessa temporada. Quando você cria um enredo que trata de assassinos vivendo em um manicômio, essa história tem tudo para agradar a todos os fãs de terror, mas quando você mistura essa história com ETs, demônios e nazistas, algumas pessoas tendem a ficar com o pé atrás por conta de uma mistura dessas.


Apesar da maior parte da temporada se passar no passado, como eu já havia dito no post anterior, também tem alguns acontecimentos importantes no presente. Briarcliff é uma instituição que pertence à igreja, portanto os principais administradores da instituição são freiras e padres. Essa temporada fala muito da corrupção que há na igreja e na hipocrisia, apesar da igreja pregar o perdão, eles fazem de tudo para fazer com os doentes permaneçam doentes, utilizando de técnicas de tortura e punição, às vezes até punições sexuais.

Em Massachusetts (que é onde se passa os acontecimentos da temporada), há vários casos de um assassino em série conhecido como Bloody Face, que tem como principais vítimas mulheres, o personagem Kit Walker é acusado de ser o assassino após sua noiva ser morta pelo verdadeiro assassino; após afirmar que não foi ele quem a matou, mas sim extraterrestres, ele é enviado a Briarcliff.


Diferente da primeira temporada que enrola um pouco com a introdução do enredo no primeiro episódio até a história começar a acontecer, essa temporada já começa com acontecimentos importantes que eu não posso falar pelo simples fato de serem spoiler, então para explicar mais detalhadamente o enredo sem estragar nada para vocês, eu vou começar a falar dos personagens e dos seus papeis nessa temporada (não vou falar tanto dos atores, pois já falei muito deles no primeiro post, a menos que seja um novo ator ou que eu tenha algo muito importante para dizer).

Personagens


Kit Walker é um dos protagonistas, como eu já havia dito, ele é mandado a Briarcliff como principal suspeito de ser um serial killer que tem matado muitas mulheres em Massachusetts, mas também porque ele afirma ter visto extraterrestres, o que faz a corte achar que ele sofre de esquizofrenia, portanto o destino dele é bastante incerto; se ele for diagnosticado como são, vai para o corredor da morte e se for diagnosticado como louco, passa o resto da vida preso em Briarcliff. Kit Walker foi interpretado por Even Peters.


Lana Winters é uma repórter lésbica que está disposta a descobrir e divulgar toda a verdade por trás de Briarcliff, então entra no manicômio com a desculpa de que ela queria fazer uma reportagem sobre a comida do local, logo uma das “líderes” de Briarcliff (Irmã Jude) acaba percebendo a verdadeira intenção dela e decide usar seu “segredo” (sexualidade) como chantagem para que ela não divulgue nada. Lana é “A” protagonista da temporada. Ela foi interpretada por Sarah Paulson.


Irmã Jude é umas das freiras que comanda Briarcliff, e é umas das piores, só aceita as coisas do jeito que ela planejou, espanca os doentes quando eles não se comportam (ou simplesmente quando não fazem as coisas do jeito dela, mesmo sendo doentes mentais) e humilha todos colocando como superioridade a sanidade dela. É o tipo de personagem que você odeia no inicio, simpatiza no meio e no final fica torcendo para ela não morrer. Ela foi interpretada por Jessica Lange.


Dr. Oliver Thredson é um psiquiatra que foi contratado especialmente para cuidar do caso de Kit Walker, depois de fazer vários exames e ficar sabendo o que ele sofre em Briarcliff, ele decide que Kit não é louco nem assassino, então decide ajuda-lo a escapar dessa situação; a participação dele na temporada começa a melhorar quando Irmã Jude vê nele uma ameaça a sua autoridade (já que ela quer se aproveitar da situação de Kit enquanto Oliver quer ajudá-lo) fora o fato de ele poder divulgar sobre a situação de Briarcliff (embora ele deixe claro que essa não é sua intenção ali, ele ainda usa isso como ameaça). Dr.Oliver Thredson foi interpretado por Zachary Quinto.


Grace Bertrand é uma das pacientes de Briarcliff, é uma das mais importantes aliadas de Kit Walker. Ela foi mandada para Briarcliff acusada de ter matado sua madrasta e de ter abusado sexualmente do pai. Ela acha que não há como fugir de Briarcliff, porém depois que ela conhece Kit ela demonstra saber como. Ela consola Kit por perder recentemente sua esposa e acaba se apaixonando por ele. Ela foi interpretada por Lizzie Brocheré, infelizmente essa foi sua única aparição na série.


Irmã Mary Eunice é uma das poucas freiras em Briarcliff que não tem maldade, entretanto ela faz de tudo para agradar a Irmã Jude e não se sente culpada pelo que acontece aos pacientes desde Jude fique satisfeita. No início a personagem é super sem graça por ser totalmente dependente da autoridade de Jude, mas depois dos primeiros episódios se torna uma personagem muito importante e muito mais interessante. Ela foi interpretada por Lily Rabe.


Dr. Arthut Arden, ele é um médico e um dos administradores de Briarcliff, contratado especialmente para cuidar das dores físicas dos pacientes. Apesar de ser médico, ele visa principalmente o “avanço da ciência” de forma que ele adora fazer todo tipo de experimentos nos pacientes, transformando eles em “aberrações” Suas principais vítimas são pessoas que não tem família, pois assim caso o paciente morra durante o processo, ninguém iria notar a sua ausência. A única que percebe o mal que é Arthur Arden é a Irmã Jude, que não se importa em saber que ele mata os pacientes, ela apenas vê nele a principal ameaça a sua autoridade e está disposta a fazer de tudo para se livrar dele.

Asylum é provavelmente a temporada com mais personagens, infelizmente não dá para falar de todos, faltaram personagens importantes e personagens não tão importantes, mas que seria muito interessante falar sobre eles, mas eu não pude falar de todos, pois seria uma chuva de spoiler.

Conclusão

Apesar da mistura estranha que eu falei no início dessa postagem, a série tem diversos revira-voltas, não apenas no final; na verdade quase não tem revira-volta no final, o final foi mais para mostrar a conclusão da história, que fim tinha levado cada personagem, pois todas as revelações possível (como quem é Bloody Face) foram feitas ao longo da temporada e já não tinha mais nenhuma revelação no final, o que foi bom, pois como a temporada já tinha tido várias revira-voltas do início para o meio, mais revira-voltas no fim poderia deixar a história cansativa.


Da mesma forma que a cena final da primeira temporada foi, digamos assim, “a cereja do bolo”, a cena final da segunda temporada conseguiu fechar a temporada com chave de ouro. Depois de toda a história acabar e termos a conclusão de cada personagem é mostrado os sobreviventes nos passar dos anos depois que tudo acabou e isso acaba trazendo à tona uma parte da história que quase todos os espectadores já haviam esquecidos, conseguindo surpreender à todos até os momentos finais.


Então é isso, espero que tenham gostado e até a próxima.


sábado, 6 de junho de 2015

Mais blá blá blá do blog

Oi! Tudo bem com vocês? Venho dar algumas explicações sobre o porquê de eu estar demorando muito para postar e venho também falar do futuro do blog. 

Eu não estou mais postando com tanta frequência simplesmente porque estou muito ocupado com a faculdade. Eu estou em um momento muito crítico do curso, muita coisa vai mudar e eu vou provavelmente passar mais tempo estudando e me dedicando aos projetos dos quais eu faço parte, além disso, à medida que eu vou ganhando experiência eu começo a fazer mini-projetos singulares (como parte dos estudos diários) então esse projetos podem ou não dar certo, mas caso não dê, eu vou procurar estágio, então de todo o jeito meu tempo vai estar muito comprometido, mas vou fazer de tudo para que eu continue postando com a mesma frequência de antes.

Além disso, eu estou a mais de uma semana sem internet, então eu queria essa semana ter separado um tempo para continuar as postagens de American Horror Story, mas realmente não deu. Falando nisso, ao que tudo indica, nessa semana que está por vir eu fico de férias, então assim que puder vou dar continuidade aos posts (mas, mesmo assim, ainda vou me dedicar aos projetos nas férias).

Eu não sei se vocês ficaram sabendo, mas a segunda temporada de Bojack Horseman (que foi confirmada no ano passado) finalmente ganhou data de estreia: 17 de julho, então, mais ou menos na mesma época que eu fiz a recomendação da primeira temporada no ano passado eu vou fazer da segunda esse ano.

Quanto ao futuro do blog, eu tenho pensado nesse tempo em que eu fiquei sem postar em mudar o título do blog, "nippon weirdo" foi um bom título que eu pensei na hora de criar meu Tumblr, mas acho que ele não representa bem o blog, inclusive, aceito sugestões.


Então eu acho que é isso, se a internet voltar na minha casa essa semana eu já posto a segunda parte de American Horror Story e volto à rotina de antes. Muito obrigado pela atenção, desejo tudo de bom para vocês e até a próxima!

domingo, 3 de maio de 2015

American Horror Story (parte 1)


Finalmente estou trazendo a recomendação de uma série que não é animada e espero fazer isso mais vezes (embora eu não pretenda parar de trazer séries animadas, também).

American Horror Story é uma série criada em 2011 por Ryan Murphy (mesmo criador de Glee e Nip/Tuck) e é uma série antológica, ou seja, cada temporada traz uma história completamente diferente, um tema completamente variado daquele que já foi mostrado nas temporadas passadas e traz personagens e elencos completamente diferentes (só que em AHS, o elenco principal raramente muda).

Um dos fatores que torna a série tão boa é a quantidade de referências a histórias reais, por exemplo, na primeira temporada tem a participação da personagem Elizabeth Short, mais conhecido como Dahlia Negra; se você nunca ouviu falar em Dahlia Negra, pesquise, é um dos mais famosos casos de assassinatos não resolvidos. Na terceira temporada tem a personagem chamada Merie Laveau, que também existiu na vida real e é conhecida até hoje como Rainha dos Vodus.


Não fiquem inseguros em assistir à série por ser do mesmo criador de Glee, são trabalhos completamente diferentes e só por você não gostar de um não significa que você não vai gostar do outro. Não vou mentir, tem cenas estilo musical na série, porém, nas 4 temporadas que já foram lançadas, eu só consigo me lembrar de duas cenas assim, uma no final da segunda temporada e outra no início da quarta (no final desse post vou colocar a cena da quarta temporada para vocês verem que não é assim tão parecido com Glee).

E falando de música, vou aproveitar para falar o quão perfeita é a trilha sonora da série. Cada temporada se passa em épocas diferentes, apenas a primeira e terceira temporada se passam nas épocas atuais, as temporadas que se passam no século passado, tem músicas que lembram aquela época e até mesmo nas temporadas que se passam atualmente tem músicas do ano 70, por exemplo; um bom exemplo é o primeiro episódio da terceira temporada que toca uma música de Iron Butterfly (banda que surgiu no final dos anos 60).

Como cada temporada tem uma história diferente, eu vou falar de cada uma separadamente. Cada temporada tem um título que dá uma ideia sobre o que vai ser a temporada, e cada temporada tem como base algo comum nos filmes de terror, à medida que eu for explicando vocês vão entender.

Murder House


Embora eu tenha dito que cada temporada tem um título, a primeira temporada só foi intitulada depois que toda a temporada já tinha sido lançada, isso se deve ao fato do diretor ainda não ter revelado que AHS seria uma série antológica (fora o fato de que não se tinha a certeza de que teria uma segunda temporada) e, sem querer dar spoilers, a cena final dessa temporada pede uma continuação, porém até agora nenhuma das temporadas deu continuação a ela, então tudo indica que vai ficar do jeito que está mesmo. A temporada terminou com 12 episódios.

Essa temporada se passa em 2011 e seu assunto principal é a infidelidade, ela nos conta a história da família Harmon, que está passando por uma fase difícil; a mãe, Vivian teve um aborto espontâneo e perdeu o filho; e o pai, Ben teve recentemente um caso extraconjugal e tudo isso e mais algumas coisas passam a piorar cada vez mais a autoestima da filha, Violet.


Esperando perdoar uns aos outros e esquecer os acontecimentos dos últimos meses que quase destruiu a família, eles decidem começar uma nova história, se mudando para Los Angeles e encontram uma ótima casa com o preço em conta.

Mesmo sabendo que os antigos moradores se mataram no porão da casa, eles aceitam, pois têm condições de pagar; Ben, sendo um psiquiatra pode reservar uma das salas para ser seu consultório (e assim ficar mais próximo da família) e a história dos antigos moradores chamou a atenção de Violet.


Eventualmente, eles conhecem antigos moradores da casa; A vizinha Constance Langdon e sua filha Adalaide Langdon; Moira O’Hara, a empregada dos antigos moradores e que oferece seus serviços para a família Harmon; Larry Harvey, que tem o rosto desfigurado graças a um acidente incendiário e outros...

Com o tempo, eles vão percebendo que a casa ainda é habitada pelos antigos moradores que já morreram e passam a ser assombrados por esses espíritos que não gostam da presença deles, aí que entra aquela parte que eu falei sobre “ter como base algo comum nos filmes de terror”, quantos filmes de terror existem sobre casas mal assombradas? Muitos, não? Mas o que é clichê, aqui se torna algo único, que você provavelmente não vai ver em mais nenhum outro lugar.

Personagens e atores


Temos a família principal, Vivian, Ben e Violet Harmon. Eu acho que é correto dizer que foram todos os piores atores da temporada; o único que se salva (mas mesmo assim, a atuação dele não foi lá essas coisas) foi Dylan McDermott (que fez Ben Harmon) tanto que dos três ele foi o único que foi chamado para a segunda temporada.

Taissa Farmiga (que fez Violet Harmon) é uma das atrizes favoritas dos fãs, isso se deve ao fato de além de ter feito a protagonista na primeira temporada, ela também fez a protagonista na terceira e em ambas as temporadas eu odiei a atuação dela, ela não tem expressão nenhuma, pode ser facilmente comparada a Kristen Stewart (que é conhecida pelos internautas por ser a atriz com menos expressões dos cinemas), mas quando eu estiver falando da terceira temporada eu falo mais da Taissa.


Temos Tate, que é o par romântico de Violet e acaba se tornando um personagem mais importante do que parece, ele basicamente torna interessante a personagem Violet; Ele também é um dos pacientes de Ben. Ele foi atuado por Even Peters, que foi um dos poucos atores que participou das quatro temporadas e já foi confirmado para a quinta, então sim, a atuação dele é boa, eu não tenho nada de mal para falar da atuação dele, mas nas quatro temporadas (acho que com a exceção, talvez, da segunda) todos os personagens que ele faz tem basicamente a mesma personalidade e enfrenta os problemas basicamente do mesmo jeito, o que torna todos os papeis dele altamente previsíveis. Por favor, Ryan, dê a Even um papel mais variado, eu sei que o ator tem essa capacidade, confie mais nele!


Continuando, temos os antigos moradores, um casal de gays que tem problemas conjugais. Um dos atores é Teddy Sears interpretando Patrick e, sinceramente, a atuação dele não é ruim, mas ele não é o tipo de ator próprio para fazer esse tipo de série. O outro gay, Chad Warwick, foi interpretado por Zachary Quinto e ele deu um show! A atuação dele é perfeita! Ele faz bem qualquer personagem, mas principalmente vilões. Eu não sei se vocês já assistiram a série Heroes, eu assisto essa série (um dia, num futuro distante, eu farei um post de recomendação dessa série, pois eu parei na segunda temporada) e em Heroes, Zachary Quinto faz o vilão, não preciso nem falar o quão perfeito a atuação dele é nessa série, né?


Nós temos também os vizinhos, Constance e Adalaide, a atuação das duas é simplesmente perfeita. Vou começar falando de Adalaide, não subestimem nem a personagem nem a atriz Jamie Brewer só por elas terem Síndrome de Down; a personagem vai emocionar todo o público com seu carisma e a atriz é uma guerreira, para você terem uma ideia, não só ela participa de três das quatro temporadas de AHS, como também ela é a pessoa mais jovem a ser eleita presidente da Arc do condado de Fort Bend, pouco? Ela já se reuniu com senadores do Texas para convencer eles a aprovar uma lei que abolia o uso da palavra “retardado” no texto de legislação estatal, mais tarde a lei foi aprovada. Ela também é uma atriz de teatro (já era bem antes de AHS e não deixou de ser mesmo depois de entrar para o elenco) e faz parte de várias organizações sem fins lucrativos que ajuda e tenta melhorar a imagem de quem sofre de Down e recentemente, ela foi a primeira modelo com Down a desfilar em Nova Iork.

A mãe, Constance Langdon é interpretada por Jessica Lange que é de longe a melhor atriz da série. Ela participou de todas as temporadas e se tornou a cara do American Horror Story. Há quem diga que ela carregou as quatro temporadas nas costas, mas eu acho que isso já é exagero; ela é sim a melhor atriz do elenco, mas não é a única boa atriz. Ela sofre do mesmo mal de Even Peters, todos os personagens dela são basicamente a mesma coisa, mudando uma coisinha ou outra, mas se analisados direito, é fácil perceber que a receita de bolo é a mesma para todas as temporadas. Infelizmente ela se aposentou ano passado e sua participação na quarta temporada foi literalmente seu último trabalho e ela não vai mais voltar a aparecer na série. Se vocês não assistem, pode parecer besteira, mas para os fãs, isso foi um impacto muito grande; AHS sem Jessica não vai ser a mesma coisa, mas no final do post vou falar das minhas expectativas para a próxima temporada aí eu falo mais disso...


Para o papel de Moira O’Hara nós temos duas atrizes (assistindo, você entende porque são duas atrizes fazendo um único papel), ambas são grandes atrizes. A mais jovem, Alexandra Breckenridge é a que menos aparece, participando de apenas seis episódios, ela também participa da terceira temporada (com uma participação igualmente curta). Frances Conroy, a mais velha participa de 11 episódios e é uma das minhas atrizes favoritas da série, ela participou das quatro temporadas e em cada uma ela faz papeis completamente diferentes e em cada uma delas ela se mostrou uma grande atriz. Infelizmente, Frances Conroy ainda não foi confirmada para a quinta temporada, porém vazou na internet no final de abril a lista completa do elenco da quinta temporada na qual ela está na lista, entretanto essa “lista” veio de um site não confiável, então ainda existe a dúvida.


Larry Harvey foi interpretado por Denis O’Hare, a atuação dele foi boa, mas não foi lá essas coisas, tanto que ele nem foi chamado para a segunda temporada, entretanto, nas temporadas seguintes ele se mostra um ator melhor do que o papel que ele pegou nessa primeira temporada. Ele participa de três das quatro temporadas e já foi confirmado para a quinta.


Interpretando a primeira moradora da casa temos Lily Rabe como Nora Montgomery, outra das minhas atrizes favoritas. Assim como Frances Conroy, ela pega papeis bem variados e se mostra uma ótima atriz em cada um deles, entretanto ela não se destacou tanto nessa primeira temporada. Também ainda não foi confirmada para a quinta temporada.


Para terminar nós temos Sarah Paulson como Billie Dean Howard. Billie Dean é uma médium que os personagens (principalmente Constance) pedem ajuda par falar com os mortos, ela não tem uma participação tão importante, só aparece em três episódios. Sarah Paulson é outra das minhas atrizes favoritas, ela participa das quatro temporadas e já foi confirmada para a quinta.

Eu deixei de falar de alguns personagens/atores como, por exemplo, a amante de Ben ou o marido de Nora Montgomery, isso porque esses personagens não são recorrentes e os atores não participam mais de nenhuma outra temporada (ou participam, mas com uma pequena aparição).

Conclusão

A primeira temporada foi uma ótima temporada de estreia, mas se comparada com as outras temporadas é, em minha opinião, a pior das temporadas. Após o especial de Halloween, o enredo começou a ficar repetitivo. A família era atacada, o pai ficava preocupado, a mãe se irritava com o pai, a filha se encontrava secretamente com o namorado e assim ficou basicamente toda a temporada até os episódios finais onde várias coisas começaram a se revelar ao mesmo tempo e o final, bem, sem querer entrar em muitos detalhes, eu odiei o final.


Bem, o post está ficando muito grande e ainda falta falar muita coisa, então eu achei melhor dividir o post em cinco partes, uma para cada temporada e a última falando das minhas expectativas para a quinta temporada e ainda farei um post de Teorias, onde falarei sobre as minhas teorias da série e outras que eu encontro na internet e ainda outro post de Fatos Curiosos.

Então é isso, espero que tenham gostado. Desejo tudo de bom para vocês e até a próxima!





quarta-feira, 29 de abril de 2015

Videogames tem a capacidade de mudar as pessoas?

Hoje quero falar de um assunto um pouco mais sério. Videogames podem realmente mudar a vida, personalidade, princípios de uma pessoa ou um grupo de pessoas? Primeiro de tudo, quero deixar algo claro; eu já falei sobre isso aqui no blog, mas videogame não torna ninguém um assassino.

Se uma criança matou os amigos, pais, ou seja lá o que for, essa criança é um psicopata e ninguém se torna um psicopata da noite para o dia; ninguém se torna um psicopata porque jogou um jogo de assassinos e da mesma forma, ninguém vai passar a ser homossexual por ter visto um beijo gay na novela e ninguém vai virar nazista depois que ler o diário de Hitler. Eu estou fugindo do assunto, são casos completamente diferentes, mas que abordam basicamente o mesmo tema.


Entretanto, não é segredo para ninguém que filmes e livros transmitem sentimentos e inspiram pessoas, jogos fazem o mesmo, só que na teoria, de forma mais eficiente, pois se lendo um livro você percebe detalhadamente o que o personagem sente, em um jogo você sente detalhadamente o que o personagem vive, pois você está literalmente controlando suas ações.

Vou dar um exemplo bastante fácil de entender: o Horror. Segundo o Dicionário Online, horror é a impressão física de repulsão, espanto, causada por algo medonho; então se você está lendo um livro de Stephen King ou assistindo um filme de terror, você vai, em determinados momentos se assustar e ficar com aquele sentimento de nervosismo, porém em um jogo de terror como Silent Hill a tensão é ainda maior, pois se o personagem se assustar, o jogador vai se assustar ainda mais.

Isso serve para tudo, se em um filme qualquer o personagem corta o dedo, o espectador tem a falsa impressão momentânea de que seu dedo também doeu e da mesma forma é comum a pessoa que está jogando falar “aaai” ou “ouch” quando seu personagem leva dano e até mesmo quando ele morre (um bom exemplo é quando a Lara Croft cai de um lugar muito alto).


Enfim, onde eu quero chegar é, da mesma forma que filmes, livros e música expressam sentimentos e até nos fazem sentir coisas, jogos também, então não é errado falar que a pessoa foi influenciada por jogo, mas tentar culpar videogames pela violência de uma pessoa já é exagero.

Voltando ao assunto principal do post, se livros, filmes e jogos tem a capacidade de nos fazer sentir coisas e até vivenciar o que o protagonista está vivendo, ele pode mudar a vida de alguém? Livros já mudaram a vida de alguém? E filmes?  Vou fazer um relato pessoal sobre como jogos mudaram minha vida.


O primeiro e segundo ano do ensino médio foram os piores anos da minha vida! Motivo? Bullying (não estou falando do jogo), mas não foi nada de mais, eu sofri bullying em diversas fases da minha vida e já sofri todo o tipo de bullying e posso dizer que o moral e psicológico são os piores, chegam a ser piores que o físico, pois se alguém te bate, outras pessoas vão perceber, inclusive seus pais que vão cobrar uma explicação da escola e a escola, consequentemente, vai cobrar uma explicação de seus colegas.

Então os adultos podem proibir os estudantes de baterem em você, mas eles não podem obrigar as pessoas a gostarem de você e é isso que é o bullying psicológico, exclusão. Existiam vários grupos na minha escola, isso é normal, existe em toda escola, mas eu era excluído de todos os grupos, ninguém gostava de mim e só me chamavam para os trabalhos escolares por causa das minhas notas (sempre tem aqueles FDPs que só querem se aproveitar de você).

Mais ou menos nessa época tava lançando o anime do jogo Persona 4 e a hype durante esse período era gigantesca, pouco depois eu comprei um PS2 e fui dar uma olhada nesse Persona 4, mas achei melhor antes dar uma olhada no Persona 3 (ainda bem que eu fiz isso, eu achei P3 muito melhor que P4, embora muitos fãs discordem de mim).


Persona 3 se trata de um RPG com elementos de Visual Novel. Nesse jogo existe uma doença muito grave na qual a pessoa perde grande parte da capacidade cognitiva e a causa disso é um grupo de monstros conhecidos como Shadow, poucas pessoas sabem a existência dos Shadows, pois eles só aparecem durante uma hora escondida que só quem tem habilidade de perceber essa hora pode lutar contra shadows.

Persona é uma palavra em latim que expressa basicamente a forma como você é visto pela sociedade. No jogo, para lutar contra os Shadows, os protagonistas tem que usar a personificação física de seus Personas, que está diretamente ligado ao psicológico deles. Existem vários tipos de Personas e eles são divididos de acordo com as cartas do Tarô e cada um representa um tipo de personalidade.


Como a personalidade do protagonista depende de quem o controla, ele tem uma personalidade neutra, ou seja, ele pode ter qualquer tipo de Persona (diferente dos outros personagens, que só podem ter um Persona), assim o jogador tem uma liberdade maior de escolher o Persona que ele quiser. Mas o que esse jogo tem de mais que mudou assim a minha vida?

Esse jogo, ele pode ser dividido em duas parte, as lutas (RPG) e os diálogos que, como eu já disse, tem elementos de Visual Novel. Quando não está lutando contra Shadows, o protagonista é um estudante comum, ele tem status de inteligência, coragem e popularidade e as atividades que ele faz vai aumentar esses status. Se o protagonista fizer uma amigo, digamos que tenha uma personalidade de A Justiça (carta de tarô) quanto mais amigo o protagonista for dessa pessoa, mais forte seus Personas do tipo Justiça serão, então é inevitável no jogo você fazer amigos e fazer de tudo para aumentar o nível de amizade.

Você deve estar pensando “não me diga que o jogo mudou sua vida por você não ter amigo na vida real e fez amigos virtuais”, basicamente, sim, mas não é exatamente isso que eu quero passar para vocês.

No jogo, as pessoas que são seus amigos tem problemas pessoais e a media que você for ficando mais amigo dela, ela vai se sentir íntimo o suficiente para se abrir com você em relação aos seus problemas e até te pedir conselhos (e dependendo da sua resposta, a pessoa pode ou não ficar mais amigo de você).

Então você vai encontrar, por exemplo, um colega de classe que namora uma professora e precisa de seu apoio, já que muitas pessoas não aprovam isso. Você vai encontrar também um cara que tem câncer e seu sonho é ser um escritor infantil, então você vai percebendo nas histórias que ele cria que todas tem um final triste, isso porque ele já aceitou a morte e sabe que seu final é triste e precisa de seu apoio. Você pode encontrar também uma menina (que tem metade da idade do protagonista) que gosta de brincar no parque e sempre te chama para brincar e o problema dela é que seus pais estão se divorciando e ela acha que é por causa dela, ela passa a achar que os pais não a amam.


Enfim, você vai encontrar muitas pessoas que tem problemas reais, inclusive muitos desses problemas podem acabar acontecendo com você na vida real e esses problemas podem te fazer se sentir inseguro, assim como o bullying que eu sofria me deixava inseguro e me fazia pensar que o porque das pessoas não gostarem de mim, era por minha causa, que eu não era uma pessoa boa para se conviver e isso me deixava com baixa autoestima.

Depois que eu joguei, passei a ver essa minha situação de forma diferente e aprendi muita coisa nesse jogo que eu nunca aprenderia em lugar nenhum e tive lições para a vida toda. Hoje em dia, ainda bem, eu não sou mais tão solitário e sou bem aceito na faculdade, superei a minha situação ruim e parte disso eu devo ao jogo, que até hoje é um dos meus jogos favoritos (para vocês terem uma ideia, eu zerei com quase 130 horas).

Então é isso, esse é o meu relato pessoal sobre como videogames mudaram a minha forma de pensar e de ver o mundo, mas eu acredito que videogames podem fazer muito mais, até mesmo mexer em assuntos delicados, por exemplo, opinião política; vou dar um exemplo que surgiu na minha cabeça: Será que jogar GTA pode mudar a opinião de alguém em relação a pena de morte? O que vocês acham?



Enfim, é basicamente isso, espero que tenham gostado. Desejo tudo de bom para vocês e até a próxima.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Spring Season 2015

Eu sei que eu prometi esse post já faz muito tempo, mas se vocês já viram outros posts meus sobre as temporadas, vocês devem ter percebido que eu gosto de assistir pelo menos um episódio de cada anime que eu vou trazer antes de fazer o post, isso porque esse não é o guia completo dos animes, apenas daqueles que eu pretendo acompanhar, portanto, eu gosto de assistir o primeiro episódio dos animes para ter certeza se eu vou ou não acompanhar.

Sendo que eu estava esse tempo todo esperando o lançamento de Digimon Tri que entra nessa temporada, pois eu fiquei sabendo que ele iria estrear dia 15 desse mês. Passou-se o dia 15 e eu fiquei esperando... Esperando... E esperando... Até que, essa semana eu fiquei sabendo que a estreia dele foi adiada para maio (sempre fazem isso com animes que eu estou esperando), portando não deu mesmo para esperar o lançamento de Digimon Tri para fazer esse post. Então, vamos lá!

Kyoukai no Rinne


Sinopse: Quando era criança, Sakura Mamiya misteriosamente desapareceu na mata detrás da casa de sua avó. Ela voltou em segurança, mas desde então ela tem o poder de ver fantasmas. Agora, enquanto adolescente, ela quer que os fantasmas a deixem em paz! Na escola, a mesa ao seu lado esteve vazia desde o início das aulas, então um dia seu colega de classe ausente aparece e é mais do que aparenta ser.

Total de episódios: 25

Data de estreia: 4 de abril


Não vou mentir, essa sinopse é entediante e me dá a ideia de que não vale a pena assistir esse anime e que tentar acompanhar seria apenas uma perca de tempo, mas um pequeno detalhe me fez adicionar esse anime à lista: a criadora do mangá na qual esse anime é baseado é Rumiko Takahashi, a mesma criadora de Inuyasha e Ranma ½.

Do que eu pude perceber dos episódios até agora, o anime não chega aos pés de Ranma ½ e muito menos de Inuyasha, mas o anime é bom e, além disso, ainda está no começo, então eu acho bom darmos uma chance ao anime. Não tenho expectativas muito altas, mas espero algo que valha a pena assistir.


Owari no Seraph


Sinopse: Um dia, um misterioso vírus aparece na Terra e mata todos os humanos infectados com idade maior de 13 anos. Vampiros surgem do mundo das trevas e escravizam humanos que sobreviveram ao vírus. Entra Hyakuya Yuuichirou, um jovem garoto, que junto do restante das crianças do seu orfanato, são tratados como pecuária pelos vampiros. Mesmo em cativeiro, Yuuichirou tem um sonho grande. Ele sonha em matar vampiros. Ele sonha em matar todos.

Total de episódios: 12

Data de estreia: 4 de abril


Até agora, esse é o melhor anime da temporada. Não vou dizer o porque dele ser tão bom pois qualquer coisa seria spoiler, mas sério, é muito bom mesmo. Assistam e tirem suas próprias conclusões. Minhas expectativas são muito altas.

OBS: não assista o trailer se você ainda não assistiu o primeiro episódio

Kekkai Sensen


Sinope: Uma ruptura entre a Terra e o Submundo foi aberta sobre a cidade de Nova York, prendendo os nova iorkinos e criaturas de outras dimensões em uma bolha impenetrável. Eles vivem juntos por anos, em um mundo de crimes e loucura. Mas agora alguém ameaça romper essa bolha e um grupo de super-humanos cheio de estilo e força vai trabalhar duro para que isso não aconteça.

Total de episódios: 12

Data de estreia: 5 de abril


Outro anime que está prometendo muito, mas já me decepcionei muito em temporadas passadas com animes que prometeram muito e cumpriram pouco, só nos resta esperar para ver se vai mesmo valer a pena. Minhas expectativas são medianas.


Digimon Adventure Tri


Sinopse: Quinze anos após as férias de verão.

Se nós não tivéssemos ido ao DigiMundo. Se não tivéssemos feito essa viajem com os outros. Se não tivéssemos mudado tanto assim.

Esses Digimons estiveram sempre conosco. Nós fomos amigos esse tempo todo. Nós aprendemos a importância de ajudar uns aos outros. Tudo isso nos fez quem nós somos.

Nova história para todos os Digi-escolhidos. Taichi, dezessete anos, ensino médio.

Total de episódios: Desconhecido (Normalmente, cada temporada de Digimon tem 52 episódios, mas ainda não foi divulgado nada)


Nem preciso falar das minhas expectativas para esse anime, né? Não espero nada diferente do perfeito.

OBS: O trailer de Digimon Tri infelizmente ainda não saiu.

Bem, é isso, espero que tenham gostado. Só lembrando algumas coisas: Esse não é o guia completo dos animes dessa temporada, são apenas os animes que eu pretendo acompanhar; Possa ser que no meio da temporada eu deixe de acompanhar algum que esteja nessa lista ou que eu passe a acompanhar algum que não está aqui; As Sinopses foram tiradas do MyAnimeList e foram traduzidas por mim, e como eu não sou um tradutor profissional,alguma coisa pode ter ficado esquisito nessa tradução; Ao final da temporada, vou fazer um post de recomendação para aqueles animes que eu gostar MUITO. Desejo tudo de bom para vocês e até a próxima!

domingo, 12 de abril de 2015

Death Parade


Sinopse

Depois da morte, humanos vão para o céu ou para o inferno, mas para alguns, no instante da morte eles chegam a Queen Decin, um bar cujo atendente é um misterioso homem de cabelo branco chamado Decin. No bar, eles tem de jogar um jogo chamado Death Game onde eles apostam suas vidas e mostram sua verdadeira natureza. Decin é o juiz que determina quem vence e quem perde, quem vive e quem morre.

Queen Decin fica no purgatório e Decin é um juiz que vai determinar o destino das almas que são mandadas até ele através das suas memórias enquanto vivas e de suas ações durante o Death Game. Ele fala no início que não existe céu nem inferno, entretanto, Decin vai julgar as pessoas para determinar se elas irão reencarnar ou se vão para o vazio eterno.

É mandada para Decin a alma de uma garota que não tem nenhuma memória enquanto viva, portanto ele não tinha capacidade para julgá-la. Ele recorre a outros juízes que dizem que vão tomar providências para que ela recupere suas memórias, porém, enquanto isso ela iria ficar trabalhando como sua assistente.

Considerações iniciais

O anime é baseado em um OVA lançado em 2013 chamado Death Billiards, que nada mais é que mais um julgamento; duas pessoas jogando bilhar e no final, Decin faz seu julgamento, assim como em qualquer episódio. De acordo com as pistas dadas no anime e no OVA, pode-se supor que o OVA acontece entre os episódios 5 e 8 do anime.

Como eu falei no post da temporada de inverno, no início eu não tinha me interessado muito no anime até assistir o primeiro episódio. Bem, nós temos vários personagens, entre eles jogadores e juízes. Em cada episódio, que mostra jogadores diferentes, o espectador fica sabendo da história deles e do modo como eles morreram. O que me chamou muita atenção no primeiro episódio, foi o desespero dos jogadores após passar pela "tortura psicológica" de lembrar quem eles eram, o que fizeram, o que sofreram, como morreram e etc...

É muito interessante acompanharmos o julgamento, a vida de cada jogador e o resultado final, mas se você pensa em assistir o anime apenas pelos julgamentos, pode esquecer, pois apesar deles, o anime tem uma história principal e os episódios que mostram os julgamentos são apenas um “capricho” para deixar o anime mais interessante.

Considerações finais

Falando da história principal, eu não achei ela tão interessante quanto parecia quando assisti ao primeiro episódio, por exemplo, os juízes, eu passei o anime inteiro esperando para que eles dessem maiores detalhes sobre os juízes, mas o anime acaba falando o mínimo possível sobre cada um, foi muito decepcionante.

Porém, a história principal não gira apenas em torno dos juízes, fala mais da garota que foi mandada a Decin sem memórias, considerando isso, a história principal até que é interessante, mas se desenrola muito lentamente. Para vocês terem uma ideia, só é revelado o nome da garota no episódio 10 (e o anime tem 12 episódios).

Depois que eu assisti o anime, fui assistir o OVA e entendi que o verdadeiro sentido do anime não foi falar dos juízes (que nem aparecem no OVA, com exceção de Decin) nem mostrar mais julgamentos e sim falar da garota, apenas isso, mas se eles fossem apenas falar da garota, o anime teria uns cinco episódios no máximo, então eles tiveram que “encher linguiça”.

Eu estaria mentindo se dissesse que a parte dos juízes e dos julgamentos foram totalmente entediantes e desnecessários, mas você passa o anime todo sem saber qual o foco principal da história e no final acaba se decepcionando em vários pontos; porém, o anime vale a pena assistir e não chega a ser ruim de maneira alguma.



Bem, é basicamente isso, espero que tenham gostado. Desejo tudo de melhor para vocês e até a próxima.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Fatos curiosos: Os Simpsons

Há algum tempo eu comecei um novo quadro aqui no blog que é Fatos Curiosos e eu comecei falando oito curiosidades sobre a franquia de jogos Zelda; mas desde então eu não postei mais nada nesse quadro, então só para não perder o costume, trago dez rápidas curiosidades sobre Os Simpsons

1° "Quantos dedos tem aqui?"


Todos os personagens da série tem 4 dedos, com exceção de dois personagens: Deus e Jesus, os dois tem 5 dedos nas mãos.

2° Qual a idade do Sr. Burns?

Não se sabe exatamente a idade de Sr. Burns, em alguns episódios diz ter 81, em outros 104 e em outros é dito que a idade dele tem quatro dígitos (ou seja, ele teria mais de 1000 anos).

3° O nome do meio.

O nome completo de todos os protagonistas: Bartolomeu Jojo Bouvier Simpson/ Elizabeth Jay Marie Simpson/ Homer Jay Simpson/Marjorie Bouvier Simpson/ Margaret Poolouver Abraham Simpson.

4° Trote pro Moe.
                                 

O número de telefone do bar do Moe é 7648-4377, que é a mesma coisa que tentar escrever SMITHERS com as letras das teclas.

5° Convidados especiais.

Os Simpsons já teve mais de 600 convidados especiais na série, entre eles está Stephen Hawking, Paul McCartney, Lady Gaga, Stephen king entre vários outros. Inclusive, o seriado já entrou pro guinness justamente por causa disso.

6° O pior episódio de todos.

Foi feita esse ano uma votação para os melhores episódios de Os Simpsons, e o que ficou em último lugar foi Lisa Toca Gaga (T23E22), episódio especial com participação da Lady Gaga.


7° O cabelo da Marge.

O cabelo da Marge foi inspirado na noiva do Frankstein. Falando nisso, Matt Groening queria que os cabelos longos dela escondessem orelhas de coelho, mas essa ideia foi deixada de lado. No jogo "The Simpsons" lançado pela Konami em 1991, a ideia volta a aparecer.


8° Aparição e fala dos protagonistas.

Apenas Homer e Lisa tiveram falas em todos os episódios de Os Simpsons. Marge aparece em todos mas não fala em um, enquanto Bart nem sequer aparece em um episódio.

9° Abertura.
                                   

O compositor que escreveu a música de abertura levou apenas dois dias para terminar o trabalho.


10° Bob miserável.

Sideshow Bob, ao ser preso, recebe o número 24601, o mesmo número de Skinner quando foi preso no Vietnã. Isso é uma referência ao personagem Jean Valjean, do livro “Os Miseráveis” de Victor Hugo (um dos meus livros favoritos).

Bem, é isso, espero que tenham gostado. Só me explicando quanto aos próximos posts do blog, saiu recentemente a nova temporada de animes e, como de costume, vou fazer um post falando sobre os animes que pretendo acompanhar. Quanto a temporada passada, vou fazer um post de recomendação para cada anime que eu gostei (mas só para aqueles que eu gostei MUITO), eu me lembro de ter falado em janeiro cinco animes que eu ia acompanhar, desses cinco, eu abandonei dois, um deles ainda não terminou e dos outros dois que já acabaram, um deles eu vou fazer nessa semana ou na próxima um post de recomendação, já o outro que eu ainda não assisti tudo, já acabou, mas tem mais duas temporadas confirmadas (se você leu o artigo, sabe de que anime estou falando) então eu vou fazer um grande post sobre todas as temporadas depois que sair tudo e eu vou, também, fazer um post de recomendação de um anime que não é recente e espero fazer isso com cada anime que eu assistir e gostar, não apenas animes recentes. Desejo tudo de melhor para vocês e até a próxima!
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