
Eu já falei para vocês sobre as séries animadas que eu acompanho, vou trazer mais um e esse, ao contrário da dos outros, tem realmente um tema adulto, ou seja, é proibido para menores de 18 anos por conter uma linguagem e cenas pesadas.
Enfim, Drawn together é uma série animada que nos apresenta um reality show fictício onde todos os personagens são uma sátira, basicamente não há nada na cultura pop que escape dessa série.

Ele foi inicialmente exibido no Brasil pelo Mutilshow e atualmente é exibido pelo Comedy Central Brasil com o título de A Casa Animada. Até agora não foi dublado para português, mesmo assim a legenda do CCB é tão escrota quanto, digamos, a dublagem brasileira de The Big Bang Theory (logo eu vou falar sobre cada personagem e só pelo modo que traduziram o nome de alguns personagens vai deixar claro o quão ruim a série foi legendada).
Por que eu não falei sobre esse desenho no post sobre séries animadas? Aqui vão alguns bons motivos: Primeiro, eu deixei claro naquele post que não ia falar sobre desenhos +18, mesmo assim eu coloquei South Park, pois ele tem a classificação +16, já Drawn Together não. Outro bom motivo é que ele é difícil de encontrar, até mesmo na internet. Eu fiquei sabendo (não lembro por onde) que Drawn Together está disponível na Netflix, mas como eu não tenho Netflix, nem conheço ninguém que tenha, não posso confirmar.

Vamos falar da história: 8 personagens vivem juntos em uma casa cheia de câmeras, e é isso. Parece ser idiota, mas cada episódio trás acontecimentos bizarros e os próprios personagens (que já são suficientemente bizarros) deixa a série muito engraçada. Vou falar sobre cada personagem:
- Captain Hero (Capitão herói)

É uma paródia a Superman e outros super heróis, ele inclusive tem amizade com vários heróis (já foi visto com o Superman e com Batman, e em um episódio ele liga para Spiderman). Tarado, estúpido, narcisista e pansexual são algumas das melhores formas de descrever ele.

Um porco humanoide inspirado em personagens de desenhos da internet feitos em Flash, como Happy Tree Friends (outro desenho que eu costumava assistir, mas provavelmente não vou falar sobre esse desenho no blog, a menos que eu volte a assistir). Antes de entrar para o Reality Show, ele era uma mascote de um site pornô. Ele é pervertido, racista, homofóbico, tem um aspecto asqueroso, gosta de arrotos, puns, estrume, costuma defecar em qualquer canto e urinar naquilo que ele acha que é “dele”.
- Xandir P. Wifflebottom (Xande)

Esse é meu personagem favorito. Ele é uma versão gay de Link da série The Legend of Zelda. Ele tem superpoderes, muitas vidas (em um episódio, ele decide se matar por não se aceitar como gay, ele se mata mais de 40 vezes e quando só falta uma vida para morrer, finalmente impedem ele de cometer suicídio) e carrega itens mágicos como a flauta do primeiro jogo de Zelda que teleporta ele para vários lugares com um furacão (como mostra no primeiro episódio). Ele está sempre se repetindo “estou em uma missão inacabada para salvar minha namorada”, mas em alguns episódios ele simplesmente acredita que ela está apenas usando ele, mas ele nunca se decide sobre isso.
- Foxxy Love (Chica Ximbica)

OBS: Melhor nome traduzido de todos.
É uma sátira a Valerie Brown, pandeirista de Josie e as gatinhas (e a primeira personagem negra em desenhos) e outros programas de Hanna- Barbera. Foxxy é o tipo de pessoa que fala o que vier a cabeça sem se importar o que vão pensar sobre ela, ela serve como mediadora da casa e gosta sempre de bancar a detetive à La Scooby Doo. É bissexual e geralmente, todas as piadas racistas do programa estão ligados a ela. Ela tem uma cauda de raposa e usa um boné com orelhas de raposa que ela não tira nem durante o banho, fora isso ela se veste de maneira sexual, com uma camisa rasgada, sem sutiã e com um short curto.
- Princess Clara (Princesa Clara)

Pode ser meiga e ter uma voz doce, mas é completamente mimada, fanática religiosa e altamente racista e homofóbica. É uma sátira a diversas princesas da Disney (e assim como Captain Hero já foi visto com outros heróis, ela já foi vista com outras princesas como Branca de Neve e Cinderela). Apesar de ser uma seguidora fiel da Bíblia, tem tendências ao lesbianismo, fazendo de todo o seu preconceito uma ironia. Ela tem preconceito com negros, judeus, asiáticos e homossexuais.

É uma versão velha, obesa e em preto-e-branco de Betty Boop. Ela gosta de provocar briga entre outros personagens da casa, é sadomasoquista, aparentemente imortal (morre quase todo episódio, assim como Kenny de South Park, mas ela depois aparece viva no mesmo episódio sem ninguém dar a mínima importância a sua morte) e é comilona ao extremo, ingerindo coisas bizarras como a mobilha da casa, um tubarão vivo e até mesmo outros personagens.
- Wooldoor Sockbat (Imeia Delano)

É o personagem menos recorrente da série. É uma sátira a desenhos como Bob Esponja e Looney Toones. Assim como esses desenhos, suas ações comprometem as leis da lógica e da física. É difícil dizer exatamente o que Wooldoor é.

É um animal asiático que satiriza Pikachu e outros monstros orientais. Ele fala em uma língua desconhecida onde aparece a suposta tradução legendada, onde apenas quem assiste ao programa (e não os personagens) entende o que ele diz, porém em alguns episódios alguém entende o que ele fala, o que dá a entender que eles entendem tudo o que Ling Ling fala, mas tenta ignorar ele. Ele é muito violente e tende a ser um psicopata que quer sempre arrumar uma desculpa para usar os seus poderes, que geralmente são descargas elétricas, mas variam bastante. Ele é constantemente visto como o mascote da casa, embora ele não goste desse título.
Bem, é isso. Vou trazer à vocês algumas imagens para vocês terem ideia do nível de humor.









Sinopse
Na era Vitoriana, o sorridente garoto Ciel, descendente da rica família Phantomhive vê seus pais morrerem e é sequestrado por um grupo de sádicos da Inglaterra que sequestra várias crianças para torturarem-nas. Sem ter a quem pedir ajuda, Ciel faz um contrato com um demônio chamado Sebastian Michaelis que passa a realizar todas as suas ordens como mordomo, desde então, a alegre criança Ciel morre e assim nasce Ciel, o “Cão de Guarda da Rainha”, detetive particular.
A rainha pede a Ciel para que ele investigue um caso de constantes desaparecimentos de crianças durante toda a Inglaterra, que somem por onde passa um grupo circense chamado Ark’s Noah Circus. Ciel e Sebastian assistem a uma apresentação e por ordens de Ciel, Sebastian fica depois da apresentação para investigar mais e acaba entrando para o grupo, agora ele e Ciel vão ter que aturar a difícil vida de circo que envolve ensaiar o dia todo, tomar banho ao ar livre e dividir tendas com estranhos/seres que eles odeiam e esse caso tem mais relações com o passado de Ciel do que ele imagina.
Considerações iniciais
Bem, como vocês já devem saber, mas vou lembrar agora, Kuroshitsuji é um mangá publicado pela autora Yana Toboso e teve uma adaptação em anime em 2008, onde apenas metade do anime era fiel ao mangá e teve uma segunda temporada em 2010 com todos os episódios Filler e entre esse tempo teve uma série de OVAs (nenhum deles seguindo o mangá).
Essa temporada é a adaptação da primeira saga que se passa no mangá que não foi animada na primeira temporada (se passa logo após a saga dos indianos) e é também considerado por muitos fãs, a melhor saga do mangá, então os produtores decidiram que estava na hora de reviver essa série, já que ela está bem avançada no mangá.
A minha primeira e maior decepção foi perceber que o anime teria apenas 10 episódios, tudo bem que não é uma saga tão grande a ponto de poder fazer 12, 13 episódios; mas as minhas expectativas eram que fizessem a mesma coisa que fizeram com FullMetal Alchemist e Hunter X Hunter; eu queria que eles lançassem todo o anime de novo desde o início, mas ao invés disso eles lançaram apenas essa saga e colocavam vários flashbacks para não confundir os espectadores; esperto, mas talvez não tenha sido a melhor ideia.
O anime já começa com um episódio Filler, outra visão (digamos assim) do primeiro capítulo do mangá, só que no final do episódio Lau entrega para Ciel a carta da rainha contendo as entradas para o circo. Inteligente? Um pouco, mas considerando que Lau não tem nada a ver com a Rainha, então não. Além disso, a forma como Ciel recebe a carta da rainha é muito melhor no mangá (isso foi o que eu achei, mas pelo o que eu percebi muitas pessoas gostaram do primeiro episódio da temporada).

Fora isso, o resto do anime ficou bom, bem, eles acrescentaram algumas coisas que não acontece no mangá, como a aparição de Grell que apesar de ser curta, é importante. E também aquele linda cena onde o grupo do circo vai sequestrar uma criança e um policial vai tentar detê-los; Aquilo não acontece no mangá, mas conseguiu ser uma das melhores cenas da saga. Eu editei a cena e postei para mostrar para vocês, a edição ficou ruinzinha mas pelo menos ficou em HD!
Considerações finais
Apesar de tudo, a temporada foi um sucesso, uma ótima adaptação. A abertura e finalização ficaram ótimas, assim como toda a trilha sonora do anime. As vozes dos personagens ficaram, em geral, boas, mas em alguns casos ficou a desejar como uma criança do circo que tem voz grossa; Quanto a voz dos personagens antigos, permaneceu a mesma das outras temporadas e isso é bom.
A saga que vem após essa (que é chamada de Book of Murder) vai passar como OVA nos cinemas japoneses e pelo o que eu pesquisei não vai demorar a legendarem e postarem na internet, então acho que pelo menos até novembro já vamos ter essa nova saga e quem sabe, depois dela eles animem outras sagas do mangá ou faça até uma nova temporada desde o início como eu pensei que fosse.

Idiotices de sempre do blog
Então é isso, espero que tenham gostado. Provavelmente vou fazer um desses para cada anime da temporada que acabar, ou talvez só os que eu mais gostei. Eu estou para voltar a fazer AMVs por esses dias então vou postar aqui meus AMVs e acho que vou postar apenas um AMV antigo meu. Até a próxima...

Gêneros: Survivor Horror; Terror Psicológico.
Desenvolvedora: Climax Studios.
Distribuidora: Konami.
Plataforma: Nintendo Wii; Playstation 2; Playstation Portable.
Modo: Single Player.
Desde 2006 (ano em que lançou o primeiro filme de Silent Hill) iniciou-se um rumor sobre um possível remake de Silent Hill 1 lançado em 1999 para PS1, só que o que os boatos diziam era que o remake teria como protagonista uma mulher (Rose, protagonista do filme) e em maio de 2009 foi anunciado na revista Nintendo Power o remake intitulado Silent Hill: Shattered memoried. Na revista, ficou claro que Harry Manson seria mais uma vez o protagonista.

Esse é um dos poucos jogos da série que foge dos elementos de Silent Hill que os fãs conhecem, mas é diferente de Silent Hill 4 (que também foge um pouco). Muitos esperavam que fosse um remake fiel ao original, mas mudou tanto que ficou um jogo completamente diferente, onde apenas o nome “Silent Hill” e o nome dos personagens não mudam, mas o resto muda completamente.
Esse jogo foi muito bem aceito pelos fãs e isso foi realmente uma surpresa já que não foi exatamente o que os fãs esperavam, mas conseguiu ser um sucesso por diversos motivos que eu vou citar ao longo do artigo, mas o que mais deve ter contribuído para isso foi o final inesperado, não haviam feito uma reviravolta tão grande nos jogos de Silent Hill desde Silent Hill 2, que é considerado por muitos o melhor Silent Hill justamente pela surpresa que o final aguarda.
Sinopse
Prestem bastante atenção a essa sinopse, pois ela é parecida com o do Silent Hill original, mas alguns detalhes fazem com que o enredo ao longo do game mude completamente.
Silent Hill: Shattered Memories conta a história de Harry Manson, um escritor pouco conhecido que mora em uma cidade chamada Silent Hill. Harry é divorciado e tem uma filha chamada Cheryl. Um dia, Harry está passeando de carro com sua filha quando ele perde o controle do carro, bate e desmaia, ele acorda percebendo que sua filha não está mais lá e ele sai seguindo as pistas para encontrar sua filha e acaba percebendo algumas coisas de errado com a Silent Hill que ele conhece e agora Harry tem que descobrir o que aconteceu com Silent Hill e principalmente tem que descobrir onde está Cheryl.
Perceberam as diferenças? No original, Harry não morava em Silent Hill, só esse detalhe confunde os jogadores que estão no início do game, fora isso, em nenhum momento da sinopse diz que ele bateu o carro para tentar desviar de uma "figura misteriosa que apareceu do nada na estrada" (que viria a ser Alessa) como acontece no original. Fora isso algumas poucas mudança: Nesse ele é divorciado só que no original era viúvo (pode parecer besteira, mas isso tem grande importância no decorrer da história) e, além disso, ele é escritor e no original nem falam qual o emprego dele, tanto para quem não jogou tanto para quem já zerou o jogo acha que esse fato é de pouca importância, mas pensem bem, se na cidade de vocês morasse um homem que escreveu um livro que é conhecido, não digo a nível mundial, mas a nível nacional ou até estadual, a maioria não teria ao menos ouvido falar nele? Todas as pessoas que ele encontra na cidade nem fazem ideia de quem Harry seja e isso é uma das coisas que ele achou estranho na cidade depois que acordou, pois ninguém o conhecia.
Ah, outro detalhe pequeno, esse jogo se passa em Flash Back. Logo no início, vemos um homem preparando um drinque e a voz de uma mulher (que parece ser uma secretária) diz “Dr. Kaufmann, o paciente chegou” e o homem fica tipo “Ah, legal. Ele chegou mais cedo, isso é bom, mande-o entrar” e então o mostra conversando com uma pessoa (não dá para saber quem é, pois essa cena tem uma jogabilidade em primeira pessoa). E o Kaufmann, psiquiatra diz para a pessoa que viu a ficha dela e que viu a quantidade de médicos que ela procurou e que outros psiquiatras e psicólogos não conseguiram ajuda-lo, mas Kaufmann queria que ele voltasse “ao início”, onde tudo começou e que era para ele/ela contar o que aconteceu e só então o jogo em si começa e isso foi incrível, um dos motivos do game ter sido um sucesso. Essa sensação de “déjà vu” percorre não só no personagem, por estar “revivendo aquilo enquanto conta sua história”, mas também nos jogadores que veem no início semelhanças com o original.

Quando eu comecei a jogar (obviamente eu sabia que era um remake), eu pensei logo de cara que o jogo era uma continuação e que se passasse entre Silent Hill 1 e 3 e que a história era que Harry tinha enlouquecido pelo o que ele viveu no primeiro jogo e que ele iria contar a sua visão de como tudo aconteceu, mas calma aí, O Dr. Kaufmann aparece em SH 1, então o que ele está fazendo falando com Harry? Não se sabe exatamente que tipo de médico o Kaufmann do primeiro jogo era, mas eu considerei erroneamente que era outro Kaufmann sem ligação nenhuma com o do primeiro game.
Personagens
Harry Manson:

O protagonista do jogo, seu objetivo é encontrar sua filha e para isso ele está disposto a fazer qualquer coisa.
Cheryl Manson:

Pequena e indefesa, a maior parte de suas lembranças se resume a brigas de seus pais e por fim, o divórcio deles.
Dr.Michael Kaufmann:

Psiquiatra que avalia o personagem/jogador com testes e perguntas psicológicas. Em determinados momentos a história é interrompida para mais uma conversa com o Dr. K e dependendo das respostas, a história pode seguir um novo rumo.
Cybil Bannet:

Policial de Silent Hill, no início quer ajudar Harry, mas depois dele desobedecer -la para procurar sua filhe e depois dela checar a ficha dele e descobrir algo de estranho com “Harry Manson” ela fica contra ele.
Michelle Valdez:

Harry a encontra na escola quando está seguindo os passos de Cheryl . Ela é uma aspirante a cantora e se apresenta semanalmente em um clube. Ela tem um namorado e parece ter problemas no relacionamento, mas mesmo assim tenta ajudar Harry. É a única personagem “nova”, ou seja, que não aparece no primeiro game.
Dahlia:

Uma adolescente sensual que diz conhecer Harry e diz ter até relações carnais com ele, embora ele não a reconheça. (Dica: Ignore completamente as diferenças entre essa Dahlia e a do jogo original. Pense que esse é um novo jogo, portanto personagens antigos tem novos papeis, só assim você conseguirá entender a trama desse remake).
Lisa Garland:

Enfermeira que Harry encontra e tenta ajudar. Sofreu um acidente no hospital em que trabalha e está com a hemorragia na cabeça e precisa que Harry a leve para casa.
Dados gerais
- Gráficos: Não se tem muito que falar do gráfico, ele é simples, portanto o jogo não tem tantos bugs, mas mesmo assim o gráfico não deixa de impressionar um pouco. Como eu disse no início da análise, esse remake mais parece um jogo diferente, portanto entre as diversas características que mudam, o gráfico está entre elas; o gráfico teve que mudar, pois não existe mais aquele sentimento completo de solidão nem de satanismo que existiam em outros jogos. Como não se encontram mais corpos pendurados durante os locais (que nos outros jogos, era onde mais impressionava graficamente) a qualidade gráfica foi reduzida um pouco para se adequar às novas características. O jogo foi feito para três plataformas (Wii, Ps2 e PSP) e entre as três existe uma leve mudança gráfica. Queria ter dado a nota máxima a essa categoria, mas não consigo deixar de pensar que o gráfico poderia ser um pouco melhor, principalmente se fosse lançado para PS3 ou Xbox360 já que, considerando a data que ele foi lançado, era algo possível. Nota: 9,5.


- Enredo: Eu considero um remake bom àquele que segue a risca a história do original, mas eu tiro meu chapéu para esse jogo, ele conseguiu mudar a minha opinião sobre o significado de remakes. A história, como eu já disse, é basicamente a mesma do original, mas com poucas mudanças que ao longo do tempo vão se tornando grandes mudanças e no final você sente como se estivesse jogando algo que nunca jogou antes. Como eu já falei, o final foi o que mais impressionou. O jogo tem vários finais, todos seguem o mesmo rumo, mas algo acaba mudando na cutscene final e você percebe que é um final diferente daquele que você conseguiu. Nota: 10,0.

- Jogabilidade: O gameplay foi o que mais mudou no jogo inteiro. Antes você entrava em um novo local e tinha que procurar o mapa, se não encontrasse, o nível de dificuldade aumentava muito, além disso, ao vencer um mestre, você tinha que sair procurando munição e item de cura e ao entrar em uma sala, você tinha que procurar itens para interagir para assim resolver os puzzles. Nesse remake, você tem um celular com câmera, que é usado na maioria dos puzzles e ele ainda tem GPS, ou seja, não importa onde você está, você sempre vai saber para onde está indo. O celular também permite fazer e atender ligações (o que também faz parte dos puzzles) e receber mensagens de texto e de voz substituindo os “memos” dos jogos anteriores. Não é possível lutar contra os monstros, apenas fugir deles, mas eles nem sempre aparecem; em determinadas partes do jogo, tudo congela, fazendo com que passagens antes acessíveis se fechem e só aí que os monstros aparecem até você completar o objetivo da “fase” e aí tudo volta ao normal. Não existe munição, já que você não usa arma e nem barra de HP,o sistema de sangue é simples, quando todo o CG congelar, você tem que fugir de monstros, ocasionalmente um deles vai te agarra e você tem que se livrar dele, cada vez que um monstro te agarra, você começa a mancar, corre menos rápido e isso torna o ato de “fugir” cada vez mais difícil; se uma grande quantidade de monstros conseguir te agarrar, você desmaia e volta para o início da “fase” (quando tudo começou a congelar). Essa nova jogabilidade me fez estranhar um pouco o jogo, mas é bom, pois não fica na “mesmice” de sempre e não ficou ruim, mas algumas coisas não funcionam como deveriam, por exemplo, o objetivo do GPS seria você poder acessar ele sempre, mas quando você está fugindo de monstros, fica difícil acessa o mapa e muitas vezes o objetivo é chegar a um determinado local, mas se você tentar ver o mapa, um monstro te agarra e você tem que se livrar dele, tendo que começar do zero o processo de tentar abrir o mapa (que não é apenas apertar um botão e pronto, como era nos outros jogo). Nota: 8,0.


Conclusão
Minha nota final para o jogo é 9,2. O jogo é Silent Hill, não deixa de ser, mas por outro lado você não sente que está jogando um Silent Hill, mas o jogo não é ruim, é um ótimo remake, mas não é um remake para quem ainda não jogou o primeiro e quer saber da história, é para alguém que já jogou o primeiro, mas quer uma nova visão do jogo; se você tentar jogar esse jogo sem ter jogado o primeiro, você não vai ter dificuldades nenhuma, nem mesmo no entendimento da história, mas se você quer mesmo entender todo o enredo e quer conhecer melhor a série, o melhor seria você começar a jogar o primeiro mesmo. Se você começou a jogar esse jogo mas está pensando em parar por qualquer motivo que seja como não gostou da dificuldade do jogo ou acha que o jogo é muito diferente para considerar esse jogo um Silent Hill ou ainda se você empacou em algum puzzle, não desista, não pare de jogar pela metade, pois eu posso afirmar que a grande surpresa que o final do game aguarda vale completamente a pena.

Bem, é isso. Espero que tenham gostado e até a próxima análise. Estou preparando a análise de um jogo muito especial, que vai ser a primeira análise que eu trago que não é um remake. O jogo é relativamente antigo, é de 2011, mas quem mora no ocidente conheceu o game há pouco tempo, pois teve uma polêmica muito grande para trazer esse jogo para o ocidente, ele é um grande título do RPG.
Eu decidi depois de pensar um pouco que seria interessante trazer uma série de posts para melhorar o blog, decidi então falar uma série de teorias, não só de AT ou de desenhos, mas também de jogos ou qualquer outra coisa que eu ache interessante postar.
Só para avisar que eu não vou postar besteiras como conspirações de iluminatis ou algo idiota assim, vou apenas postar teorias que eu ache que faz sentido.
Então vamos lá, mas antes um aviso:
Advertência: Esse artigo pode conter spoiller sobre a série Hora de Aventura (Adventure Time), embora a maioria dos episódios citados já tenham sido dublados e mostrados na Cartoon Network brasileira.
Primeira teoria: Existe/existiu um namoro lésbico na série Adventure Time (Hora de aventure) entre a Princesa Jujuba (Princess Bubblegum) e Marceline, a rainha dos vampiros.
Primeiro vou falar um pouco sobre essas personagens e como surgiu essa teoria.
Princesa Jujuba: Ela apareceu pela primeira vez no episódio piloto e é uma das personagens mais recorrentes, seu verdadeiro nome é Bonnibel, ela tem a biomassa de 19 anos, mas sua verdadeira idade é 827 anos, ela é a princesa do Reino Doce e é uma cientista, capas até de criar seres vivos. No início ela era vista como uma princesa que precisava sempre ser resgatada por Finn, mas em alguns episódios como Lady and Peebles (E19T04) ela mostra que entende de combate corpo-a-corpo. No início, se tinha uma tensão se ela e Finn chegariam a ser namorados, mas no episódio Too Young (E05T03) fica claro que ela não tem interesse em Finn pois ele é muito jovem, mas a essa altura, se pensava que ela tinha 18 anos e por isso não tinha interesse em Finn (que seria cinco anos mais novo), mas descobriu-se que ela tem quase mil anos (idade da Marceline).

Marceline: Marceline Abadder, A Rainha dos Vampiros. Apareceu pela primeira vez no episódio Evicted (E12T01), ela era vista inicialmente como uma antagonista, só no final da primeira temporada no episódio Henchman (E22T01) é que ela começa a ficar amiga do Finn e no episódio It Came From Nightosphere (E01T02) ela e Finn já são íntimos. À medida que ela foi aparecendo, surgiram-se dúvidas se ela tinha nascido vampira, já que seu pai, Hunson Abadder, assim como ela tem poderes, mas ela tem claramente duas mordidas, o que era motivo para acreditar que talvez ela tenha sido humana um dia, mas já foi confirmado que ela nasceu meio-demônio (humana, por parte de mãe e demônio por parte de pai) e só depois virou vampira (fazendo dela parte humana, parte demônio e parte vampira, eu acho) não se sabe exatamente quem mordeu ela, mas a teoria mais aceita é que foi seu ex-namorado Ash que apareceu no episódio Memory of a Memory (E03T03). Ela tem poucas habilidades corpo-a-corpo, mas usa um machado/baixo como arma e tem poderes como voar e se transformar em um morcego de variados tamanhos.

Quando surgiu essa teoria?
As suspeitas de um namoro entre as duas começou no episódio What Was Missing (E10T03) na qual um ser chamado Lorde das Portas rouba coisas importantes de Finn e Jake e depois da Jujuba e da Marceline (não é mostrado o que é roubado das duas no início do episódio) e para recuperar seus pertences eles tem que cantar uma “música de uma verdade banda” e quando Marceline está cantando uma canção, ela revela que ela e Jujuba têm certa “inimizade” (na verdade ela não usa essa palavra, mas ela revela que uma evita a outra por motivos de fatos ocorridos no passado), esse episódio também revela que o relacionamento que elas tinham, elas não tem mais por algo de Jujuba fez (como Marceline diz “Não sou eu quem devo pedir desculpas”)

Letra e tradução da música
Quando chega ao final do episódio, mostra que o item precioso da Jujuba foi um presente que a Marceline a deu, eis o diálogo:
Marceline: “Você... guardou a camisa que eu te dei?”.
Jujuba: “Sim, significa muito para mim...”.
Marceline: “Mas você nunca usou”.
Jujuba: “Cara, eu uso o tempo todo! Como pijamas!”.
Esse Diálogo final deixou claro que elas já tiveram um relacionamento no passado, mas até onde esse relacionamento foi? Existem também outras provas do relacionamento das duas nesse episódio e em outros, uma delas é que na música, Marceline diz “Vou sugar o vermelho do seu rosto cor-de-rosa” e alguns episódios depois Jujuba aparece com o rosto completamente branco, sendo que antes era um pouco rosado, mas isso pode ser apenas uma mudança na coloração que os produtores fizeram sem motivo já que não existe nenhuma prova de um relacionamento entre as duas depois que Finn as conheceu, também porque Jujuba não tem nenhuma mordida (visível).

Outra prova é que no primeiro episódio em que Marceline aparece, ela diz que o atual lar de Finn e Jake já foi dela e no episódio What Was Missing Jujuba sabe mexer com o Hardware de BMO (O videogame de Finn e Jake que funciona como um robô) o que revela que ela visitava Marceline quando ela morava lá (e já foi revelado que BMO é na verdade de Marceline e que ela o deixou para trás quando saiu da casa).
Mas esse episódio (What Was Missing) não foi o primeiro episódio em que Finn vê as duas se encontrando pela primeira vez, no episódio Go With Me (E20T02) não só Finn percebe que elas já se conheciam como também é Marceline quem revela nesse episódio que o verdadeiro nome de Jujuba é Bonnie (e Finn não sabia disso, o que mostra que a “amizade” que elas tiveram foi maior que a amizade de Finn e Jujuba).

Depois as duas só aparecem juntas (com exceção de alguns episódios que não revelam muito) no episódio Sky Witch (E29T05) e para falar desse episódio vou ter que revelar alguns fatos que não tem muito a ver com a teoria: Primeiro, o Rei Gelado já cuidou da Marceline quando ela era pequena e ela vê o Rei Gelado como um pai adotivo ou um Tutor e segundo, o Rei Gelado deu a Marceline quando ela era pequena um bichinho de pelúcia que ela o chamou de Hambo. Continuando, nesse episódio, Marceline pede ajuda a Jujuba para resgatar o Hambo de uma bruxa, resumindo, no final Jujuba troca a camisa que Marceline a deu pelo Hambo, e a bruxa afirma que precisa do Hambo, pois ele tem um grande valor sentimental, mas aí a bruxa fala “O valor sentimental do Hambo não é nada comparado ao dessa camisa”, ou seja, o carinho que Jujuba tem por Marceline, é maior que o que Marceline tem pelo Rei Gelado, isso porque ela o considera um pai.
Uma teoria sobre o que pode ter sido o motivo do término das duas. No episódio The Suitor (E21T05) o mordomo da Jujuba escolhe um menino chamado Braco para ser um pretendente para se casar com Jujuba e ele realmente ama Jujuba, mas ela fala para ele “Eu te amo, mas é o mesmo amor indiferente que eu sinto por todos no Reino Doce, e eu não posso permitir mais um de meus cidadãos sofrer do mesmo jeito que te vi sofrer por mim” (Só lembrando que ela nem sequer deu essa satisfação a Finn), em outras palavras, ela tem muita responsabilidade não só por ser a princesa do reino doce, mas também por ser uma cientista muito dedicada. Ela pode ter dito isso a Marceline na hora do término (ou algo parecido) e Marceline não aceitou o término, por isso Marceline leva tudo em relação à Jujuba, como indireta (assim como ela também lança várias indiretas a Jujuba) e isso pode ter sido o motivo da Marceline ter se mudado do atual lar de Finn e Jake, ela saiu porque queria esquecer o relacionamento e tudo a lembrava a Jujuba.

Por Fim, no episódio Princess Day (E14T06) que ainda não foi lançado no Brasil, Marceline ajuda a Princesa Caroço com uma vingança, no meio do episódio, Marceline manda mensagens para Jujuba, eis a conversa:
Marceline: “E aí, doçura. Tô Botando para quebrar aqui com PC. Ela está tão malvada”.
Jujuba: “Há, só não deixe ela se descontrolar”
Marceline: “Tarde demais, PC está mesmo fazendo isso direito. E eu estou apenas alimentando as chamas”.
Essa conversa mostra completamente a intimidade entre as duas, será que elas voltaram ou agora Marceline finalmente aceitou o término, o que permitiu as duas serem amigas? E será que agora Marceline está de olho na Princesa Caroço que já mostrou em outros episódios tendências ao lesbianismo? Agora só nos resta esperar outros episódios lançarem para alimentarmos essa teoria.
Agora para finalizar a postagem, vou dizer que recentemente os produtores da série confirmaram em uma conferência que Marceline e Princesa Jujuba de fato já namoraram, o mito é sim verdade e foi completamente confirmado. Mas eles não falaram mais nada sobre o mito, por que elas terminaram?Elas ainda se amam? Existe uma chance delas voltarem? Talvez eles falem mais sobre isso em outras convenções ou talvez na própria série.
Aqui temos o vídeo em que a dubladora da Marceline revela o namoro e a reação dos fãs (OBS: Está em inglês sem legenda)

É isso, espero que tenham gostado. Espero passar a postar com mais frequência, mas nem sempre eu posso por questões da faculdade, mas eu vou tentar levar o blog mais a sério.
Como eu não tenho muita coisa para postar no blog, decidi fazer uma postagem sobre qualquer coisa que eu goste a acabei decidindo fazer sobre desenhos animados com temática de adultos, mas eu me lembrei de que tem muitos desenhos hoje com temas pornográficos e que os desenhos que eu queria falar sobre tem uma temática mais para “jovens adultos” por não ter tantas piadas pesadas quanto desenhos como Ugly Americans, por exemplo.
Então vou falar sobre Séries animadas que não são infantis, mas não tem temas tão pesados.
Os Simpsons

Essa série tem muitos temas pesados, mas não chega a ter classificação +18. Todo mundo conhece esse desenho sobre uma família amarela e tudo mais... Uma coisa que as pessoas não entendem é como esse seriado consegue fazer sucesso a mais 25 anos. Principalmente porque é uma Sitcom, mas ao contrário de muitas Sitcoms que apenas satiriza a vida cotidiana, Os Simpsons faz diversas críticas. Todo episódio tem uma temática, alguns criticam a sociedade Capitalista, Racista, Homofóbica e etc...

Eu gosto de pensar em cada personagem como um “estereótipo” o que ajuda a entender determinadas piadas. Vou dar alguns exemplos:
-Homer: Típico pai de família americano. Além de retratar a obesidade adulta e sedentária, ele retrata americanos homofóbicos, com alto nível de estresse e que muitas vezes se arrepende de ter tido filhos (principalmente porque ele não planejou nenhum deles), mas no final de cada episódio a mensagem é de que ainda assim ele ama a sua família.
-Marge: Mãe americana. Sempre defende sua família mesmo quando sabe que está errada. Mesmo sabendo das travessuras de seu filho Bart, ela sempre tende a mimar ele e fingir que ele é um anjo de pessoa e faz exatamente o contrário com sua filha Lisa, que precisa de mais atenção que o Bart por ser mais sensível, mas acaba não conseguindo competir com a atenção que ele recebe com as travessuras. Ela é vista muitas vezes como um objeto de desejo de muitos homens. Embora não fique explícito, ela é muito hipócrita e isso também critica muitas mães americanas que tentam sempre ser um “bom exemplo para os filhos”; Um exemplo clássico são os episódios em que ela sai para se divertir e acaba ficando mais bêbada que o Homer, sendo que ela sempre critica esse mau hábito dele. Outro bom exemplo é um episódio que ela descobre que sua irmã é lésbica e apesar dela ser sempre a favor do amor gay, ela não consegue aceitar que sua irmã goste de meninas.

-Bart: Não se tem muito que falar dele. Ele representa os meninos que não veem a necessidade de estudar e que adoram aprontar para compensar a atenção que ele não recebeu de seu pai quando mais novo. Apesar de condenar o que o Homer é hoje, ele está seguindo os caminhos certos para acabar como ele e sabe disso, mas não se importa.
-Lisa: No início, ela não era a menina prodígio que conhecemos hoje, na verdade ela costumava ser apenas um Bart do sexo feminino. Mas à medida que a série foi ganhando fama, os produtores viram a necessidade de dar mais personalidade a Lisa. Ela muitas vezes condena seu pai por praticamente não ter ideais e seu maior medo é que ela acabe como sua mãe (dona de casa que desistiu da carreira para ter filhos e que depende do salário de um homem para viver). Ela está sempre pensando em um mundo melhor. Ela é vegetariana e budista, pois acredita que o cristianismo hoje em dia é uma religião muito materialista e por isso ela sofre muitos preconceitos (até dentro da própria casa) por ter pensamentos diferentes dos outros mesmo sendo tão nova. Ela tem dificuldades em fazer amigos e é muitas vezes vista como antissocial, mas ela na verdade apenas nunca encontrou ninguém que a entendesse e às vezes ela acaba desistindo de seus ideais para fazer amigos, mas geralmente são os seus ideais que acabam com as amizades.

Sr. Burns: É praticamente o único vilão da série, é extremamente rico, mas faz de tudo para aumentar sua riqueza e quase nunca pensa nos outros (geralmente ele pensa apenas no seu mordomo, Sr. Smithers pois ele literalmente depende do mordomo para viver). É muito velho e alguns fãs acreditam que ele seja mau, pois utiliza sua riqueza para compensar o fato de não ter nenhuma mulher que o ame e quem já amou já está morta; de fato, existem episódios em que ele se apaixona e na maioria deles ele acaba pensando nos outros (até fazendo doação para caridade) mas algo sempre da errado e ele volta a ser o velho rico e cruel que ele sempre é.
Krusty: É um ídolo de muitas crianças, mas está sempre envolvido em algum escândalo e pessoalmente é um ser malvado que só pensa em si mesmo. Parece ser uma crítica a muitas celebridades.
Vou parar por aqui porque Os Simpsons tem muitos personagens e se eu fosse explicar cada um deles, eu teria que fazer uma postagem específica para isso.
South Park

Eu não gosto tanto justamente porque tem temas muito pesados, embora eu curta muitas vezes o humor negro do desenho. O desenho também faz muitas críticas, mas não como Os Simpsons, em geral o desenho critica mais a estupidez humana, mas isso também faz o desenho ficar um pouco “estúpido”. As criticas são feitas de forma bastante pesadas (assim como o próprio desenho), quando o desenho quer criticar, por exemplo, o antissemitismo, ele coloca os protagonistas em situações ridículas como um dos protagonistas vestido de Hitler e muitos cristãos apoiando ele enquanto que do outro lado tem muitos judeus (e outro protagonista) condenando aquilo. Em geral, essas situações ridículas tendem a ser engraçadas, mas não deixam de ser ridículas.

Family Guy (uma família da pesada)

Antigamente eu costumava condenar esse desenho, pois eu achava que era uma imitação muito descarada de Os Simpsons (e de fato, muitos episódios imitam Os Simpsons, como OS tem um episódio que Homer mata a morte e ninguém morre mais aí em FG tem um episódio que a Morte tira férias, mas o resultado é o mesmo, ninguém morre mais), mas com o tempo eu passei a respeitar Family Guy, principalmente depois que eu descobri que o criador dessa série tem uma amizade com o criador de Os Simpsons (eu não posso confirmar se esse fato é verdade, mas mesmo que não seja, não é o único motivo de eu não odiar mais esse desenho). Em geral, Family Guy aborda os mesmos temas de Os Simpsons, mas de forma e humor completamente diferentes.
American Dad

Do mesmo criador de Family Guy e apesar de não ser tão famoso quanto, eu gosto mais de American Dad. Esse desenho tem temas completamente diferentes de Family Guy e Os Simpsons, mas também faz diversas críticas e tem um humor levemente parecido com o de FG. O que a série mais critica é o patriotismo. Diferente de Family Guy e Os Simpsons, o protagonista não é gordo e nem sedentário, ele é visto como um homem que muitas mulheres desejam, ele também ama o seu trabalho e até faz parecer que ele gosta mais do seu trabalho que da própria família. O que mais se difere de Family Guy é que FG muitas vezes não aborda o amor entre o homem e a mulher (dando às vezes a entender que os protagonistas se casaram só para ser bem vistos), mas em AD, o amor é visto de forma parecida de Os Simpsons, mesmo o homem fazendo coisas que as mulheres não aprovam, eles acabam fazendo de tudo para compensar (e em Family Guy isso não acontece tanto)
Futurama

Do mesmo criador de Os Simpsons, mas com temáticas e humor completamente diferentes, na verdade a única coisa que os dois desenhos tem em comum é o criador mesmo. Futurama é uma ficção científica que se passa no futuro e trás temas muitas vezes vistos em Sci-fi movies como viagens no tempo e viagens inter-dimencionais. No início a série se centrava mais nos 3 protagonistas: Fry, o humano que veio do século XX (sendo que a série se passa no século XXII); Bender, o robô mal educado com tendências suicidas e que foi projetado para dobrar metal; e Leela, uma extraterestre que está a procura de seu planeta mutante de um olho só que vive em segredo entre os humanos, mas com o tempo a série começou a centrar também em personagens secundários como Hermes, um jamaicano burocrata; Amy, uma marciana rica; e o mais odiado Dr. Zoidberg, um extraterrestre cuja aparência lembra uma lagosta. A série entrou em Hiatus diversas vezes e é sempre difícil saber qual a situação atual dela. Atualmente está concorrendo com o mangá Hunter X Hunter para saber quem entrou mais em hiatus.

Adventure Time

Mesmo tendo gráficos completamente infantis, a série não tem nada de infantil, o enredo é feito de forma que, crianças assistindo veem de forma “inocente” enquanto jovens ou adultos entendem o verdadeiro significado daquilo, como por exemplo, uma vampira e uma princesa que brigam, a criança acha que só brigam porque são diferentes, mas quem assiste percebe que elas já namoraram e acabaram se separando por algum desentendimento, como a criança não entende de lesbianismo, entende que são apenas amigas. A série tem muitos elementos medievais, mas também futuristas, para entender só assistindo mesmo e nem assistindo você entende tudo, tendo que pesquisar na internet para entender o verdadeiro significado. No início, parece ser algo bem bestinha, algo infantil mesmo, mas à medida que os episódios vão passando dá para entender que o enredo é bastante complexo.

Daria

Essa é a minha favorita. A série da MTV é um Spin-off de Bevis and But-Head (desenho esse que eu detesto). A série foca em Daria Morgendorffer, uma adolescente inteligente, mordaz e misantropo. Por ser inteligente, poucas pessoas na sua escola a notam, a maioria dá mais atenção à sua irmã mais nova Quinn que segue os padrões de beleza que a mídia impõe (os mesmos padrões que Daria rejeita completamente). A série é cheia de alusões e críticas da cultura popular e de classes sociais.

A série tem muitos personagens, mas os principais são Daria e sua família (O pai e a mãe, Jake e Helen, ambos advogados e sua irmã Quinn) e sua melhor amiga Jane Lane (Embora muitos membros da família da Jane apareçam, o mais recorrente é seu irmão Trent, por quem Daria é apaixonada) e os colegas de classe de Daria, Kevin (um quarterback), Brittany (líder de torcida e namorada de Kevin), Jodie (afro-americana que é tão inteligente quanto Daria, mas acha que por ser negra tem que ter um vida social ativa para servir de exemplo para as outras pessoas. Essa personagem eu acho uma das mais interessantes, pois ela tem uma certa amizade com Daria mas as duas raramente são vistas juntas) e Mack (melhor amigo de Kevin e namorado de Jodie). Outro fato curioso sobre essa série é o valor cultural dela, pois Daria adora ler e é uma aspirante a escritora, enquanto Jane adora arte e tem grandes talentos para ser pintora, às vezes as duas se juntam para fazer um trabalho escolar, mas acabam sendo mal compreendidas, como em um episódio que elas fazem um trabalho para criticar e dizer que um dos grandes problemas dos padrões de beleza que as pessoas seguem é a bulimia, mas a professora manda elas para a diretoria achando que elas estão tirando sarro de quem sofre de bulimia.
Bem, é basicamente isso, deu para perceber que eu me empolguei com alguns falando dos personagens e tudo mais e colocando mais imagens.
Só para avisar que eu estou perto de zerar alguns jogos que eu provavelmente farei uma análise e ao final dessa temporada de animes (que está perto de acabar) eu vou falar o que eu achei dos animes que eu recomendei quando a temporada começou (claro, sem dar spoillers).
Se alguém quiser que eu fale sobre alguma dessas séries em específico, é só comentar que eu farei uma postagem só para aquela série. Eu estou tendo algumas ideias sobre o que postar no blog, mas eu nem sempre tenho muito tempo de postar.
Espero que tenham gostado de ler tanto quanto eu de escrever.