terça-feira, 1 de setembro de 2015

American horror story (parte 4)

Freak Show


A quarta temporada de American Horror Story gira em torno de um grupo de circo, um show de horrores, onde muitas atrações tem todo o tipo de deficiência física e até mental. O grupo está lutando para se manter, pois o local onde eles se apresentam está com o aluguel atrasado e eles não tem vendido nenhum ingresso nos últimos meses.

A história se passa em 1952, na cidade de Júpiter, na Flórida, onde casos de assassinatos e sequestros de crianças tem se tornado constantes, o assassino é um palhaço conhecido como Twisty.


A temporada estreou em outubro de 2014 pelo canal FX e fechou com 13 episódios, no Brasil estreou em Janeiro de 2015. O tema dessa temporada foi baseado em um clássico filme de terror conhecido como Freaks que estreou nos anos 30 (quando a TV ainda era sem cores).

A temporada tem como assunto principal a descriminação e fala principalmente como as atrações do circo são perseguidas e tratadas como monstros e até se tornam suspeitas de assassinatos sem provas.

A história começa com a dona do circo recrutando duas novas atrações. Acabou acontecendo um escândalo onde se descobriu que uma senhora muito conhecida em uma vizinhança tem duas filhas gêmeas, mas elas ficaram escondidas de todos, já que são duas gêmeas siamesas, ou seja, elas nasceram grudadas uma na outra e a cirurgia que faz essa separação acabaria matando uma delas ou até mesmo as duas, então a mãe delas se recusou a aceitar essa cirurgia; essas duas gêmeas são as novas “recrutas” do circo.

Personagens


Elsa Mars é a dona do circo e ela esconde muitos segredos dos membros do show de horrores (que são seus melhores amigos). Ela diz se preocupar com todas as atrações, mas não é bem assim. Na verdade, tudo que ela faz ela faz por popularidade; ela sempre se apresenta junto com as atrações fazendo uma performance como cantora e ela espera que algum dia algum empresário de Hollywood assista à sua apresentação e contrate ela. Elsa foi interpretada por Jessica Lange.


Jimmy Darling sofre de ectrodactilia, que causa a deformação ou ausência de dedos. Ele é conhecido como “menino lagosta” pelo fato de que suas mãos lembram muito garras de lagostas. Jimmy nunca conheceu seu pai e sua mãe evita sempre falar sobre isso. Ele faz sucesso com várias mulheres por certas “habilidades” que ele tem com os dedos (eu não estou brincando, isso realmente acontece na série). Ele tem muitas habilidades de liderança, sempre dizendo que as atrações devem permanecer unidas, independente do que acontecer. Jimmy Darling foi interpretado por Evan Peters.


Bette e Dot Tattler são as gêmeas siamesas que eu havia falado antes. Elas são novas no circo e tem certa dificuldade em enturmar, embora as outras atrações deixem bem claro que as aceitam no grupo. Uma é o contrário da outra; Enquanto Dot é tímida e odeia chamar atenção, Bette é mais extrovertida, fã de cinema e quer um dia ser uma estrela. A personalidade das duas está sempre em conflito e a primeira desordem que aparece é se elas vão ou não entrar para o show de horrores, já que Dot não quer, mas Bette diz que não tem outro lugar para elas ficarem. Ambas foram interpretadas por Sarah Paulson.


Dandy Mott é um riquinho mimado que mora próximo ao local de apresentação do show de horrores. Ele está bastante acostumado com a aparência das atrações e parece não se incomodar. Ele quer comprar o circo, mas Elsa Mars se recusa a vender e isso se torna pessoal, pois tudo que ele quer sua mãe dá e esse circo foi a primeira coisa que ela não pôde dar para ele, então ele adquire uma obseção pelo circo e pelos membros. Essa obseção evolui com o tempo para raiva, de si mesmo, da mãe e dos membros do circo e com o tempo ele se torna aliado de Twisty (o palhaço assassino). Ele foi interpretado por Finn Wittrock, participando pela primeira vez na série e se mostrando um grande ator, já foi confirmado para a quinta temporada e tudo indica que vai se tornar um ator recorrente na série, assim como Lily Rabe ou Sarah Paulson.


Ethel Darling é a mãe de Jimmy Darling e melhor amiga de Elsa Mars. Ela é conhecida como Mulher Barbada e faz parte do show como todo mundo no circo. Ela tem uma grande preocupação por todos no show, se mostrando uma figura materna para todos e muitas vezes, age como conselheira do grupo. Ela é capaz de tudo para proteger os amigos. Ela foi interpretada por Kathy Bates.


Stanley se aproxima de Elsa dizendo que ele conhece um grande empresário de Hollywood e rapidamente chama a sua atenção, entretanto ele na verdade trabalha para um museu que tem como tema principal a deficiências físicas ao longo da história, então tudo que ele quer é se aproximar das atrações e matá-las para depois vender seus corpos para o museu; inicialmente ele manda uma “espiã” para se aproximar das atrações, mas depois que ele vê que o trabalho não está sendo feito, ele decide resolver isso pessoalmente. Stanley foi interpretado por Denis O’Hare.

Conclusão

Das muitas expectativas que os fãs tinham para essa temporada, Freak Show acabou que atendendo a quase todas; como sempre a história introduz uma grande quantidade de personagens, uns que os espectadores acham mais importantes e outros que a gente acha descartável, que não vai fazer tanta diferença (e acabamos sendo surpreendidos), mas no final cada personagem acaba tendo o seu lugar especial no enredo, nos mostrando o passado deles, o porquê deles estarem onde estão e finalmente nos mostrando a sua importância para a história.


Assim como eu havia dito no post anterior, o diretor da série afirmou que todas as temporadas estavam ligadas, isso fez um link para essa temporada e as outras de forma que tem personagens da segunda temporada que aparecem em Freak Show (lembrando que, pela cronologia, Freak Show se passa antes de Asylum) e parte do enredo é focado para explicar a ligação que o personagem tem com ambas as temporadas. Um ponto negativo que eu vi foi no final da história, ele não trás mais aquela cena final para fechar a temporada com chave e de ouro e, além disso, ALERTA DE SPOILLER: AHS deveria ser uma série de horror focada em tragédias e de fato é, mas fazer um enredo tão trágico e acabar um Happy Ending acaba me decepcionando.


Então é isso, finalmente acabei todas as partes de AHS, ainda ou falar dessa série aqui no blog trazendo teorias, curiosidades, expectativas para as próximas temporadas e futuramente recomendação das temporadas que ainda estão por vir. Espero que tenham gostado. Desejo tudo de bom para vocês e até a próxima!




domingo, 2 de agosto de 2015

Análise Tom Raider: Anniversary


Gênero: Ação; Aventura.

Desenvolvedora: Crystal Dynamics
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Plataforma: PC; Playstation 2; Playstation Portable (PSP); Xbox 360; Nintendo Wii; Playstation 3.

Modo: Single-Player


Tomb Raider Anniversary que foi lançado em junho de 2007 é um remake do primeiro Tomb Raider, lançado em outubro de 1996. O jogo não é apenas um remake no sentido de ser totalmente baseado na obra original, ele também é considerado um reboot, já que muda boa parte da história.

O Tomb Raider Legends (que foi lançado cerca de um ano antes do Anniversary) é o que trás as maiores características de Reboot e o Anniversary apenas foi feito seguindo as mudanças que o Legends tinha trazido. A série já sofreu várias mudanças em relação à história original do primeiro jogo (podemos dizer que essas mudanças são “pseudo-reboots”, já que o único reboot oficial é o de 2013). Ainda assim, Anniversary ainda é um remake, totalmente baseado na primeira obra da série.


Nos primeiros títulos, a Lara trabalhava apenas pela emoção e adrenalina e matava tudo e todos que entravam em seu caminho sem pensar duas vezes. Agora ela faz para descobrir a verdade sobre o que aconteceu com a sua mãe.

Nessa análise eu vou fazer comparações tanto com o original quanto com o Legends e vou contar parte da história do Legends para vocês poderem entender o enredo completo.

Sinopse

Lara é filha de Richard Croft, um famoso e milionário arqueólogo. Quando era pequena, Lara e sua mãe, Amélia DeMonay Croft, sofreram um acidente de avião nas montanhas do Himalaia e um infeliz acidente fez com que a mãe desaparecesse. Lara sobrevive sozinha por 10 dias até ser resgatada e passa a ser treinada pelo pai, por sua vontade de herdar o título de Richard de famoso arqueólogo.


Richard se tornou, desde então, obcecado por tentar descobrir o que aconteceu com Amélia e em uma de suas escavações, tentando descobrir a verdade ele sofre um acidente e é dado como morto.

Lara agora já adulta, famosa e indepente é contratada por Jacqueline Natla para encontrar um misterioso artefato conhecido como Scion, uma relíquia de Atlântida. O artefato é dividido em três partes e é guardado em segurança em tumbas antigas no Peru, Grécia e Egito.

Personagens

Lara Croft


É a grande heroína do jogo, ela sofreu um treinamento intenso durante praticamente toda a sua vida e é a única capaz de roubar o Scion. Ela só aceita o trabalho, pois essa foi uma missão na qual o seu pai falhou, se ela conseguir ela não só vai fazer uma grande homenagem ao seu falecido pai, como também vai provar ao mundo que ela mais que merece o título de herdeira de Richard.

Jacqueline Natla

Chefa executiva e diretora geral da Natla Technologies, uma empresa famosa de tecnologia que está muito interessada no Scion e contrata Lara Croft. Ela não confia em Lara, pois tem medo que ela leve esse trabalho para o lado pessoal e fique com o artefato (já que Lara não precisa do dinheiro) e manda vários capangas para “ficarem de olho” na Lara, eu vou falar apenas dos mais importantes.

Larson Conway


Um dos mercenários contratado por Jacqueline, ele quem vai oferecer o trabalho para Lara em nome de Jacqueline no começo do jogo e fica perseguindo ela, para ter certeza de que ela vai fazer o trabalho direito e que não vai ficar com o Scion para ela.

Pierre DuPont


Assim como Larson, ele foi contratado para perseguir a Lara, mas ele tem um papel maior, ele é como um concorrente da Lara e chega até a ser um rival. Ele lembra aquele personagem de Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida que sempre espera o Indiana Jones conseguir uma relíquia para depois roubar dele.

Dados Gerais

·                    Gráficos: Tomb Raider Anniversary foi criado no mesmo motor gráfico que Legends, então uma comparação com o original de PS1 chega a ser algo ridículo. Nós vemos partículas de poeira em suspensão quando aparecem feixes de luz e quando a Lara entra na água seu corpo fica molhado e se a Lara levar um arranhão no rosto ou algo assim, o rosto realmente fica arranhado; ao longo das fases ela vai ficando suja, com o rosto e a roupa cheio de poeira e se ela cair na água, a sujeira some. Esses detalhes parecem besteira se comparados aos atuais PS4/XboxOne, mas lembrem-se que esse é um jogo de Ps2 e essas particularidades discretas nunca deixam de me impressionar. Como é um jogo multiplataforma, claro que tem mudanças gráficas de um console para outro, por exemplo, o fogo é mais realista na versão de PC do que a de PSP ou a água é mais “molhada” em determinada versão, mas são pequenas diferenças. Nota: 9,5.


·                    Enredo: Quase nada mudou na história, como eu havia dito apenas pequenas mudanças para se adaptar às alterações que o Legends trouxe. A Lara agora não mata qualquer um sem motivo, se ela tiver que matar alguém é porque isso põe em risco a vida dela e ainda assim ela hesita em matar. Se alguém ocasionalmente morrer, ela demonstra tristeza através das expressões faciais, essa é uma das principais mudanças que o Legends trouxe. Nota: 8,2.


·                    Jogabilidade: É aqui que tem a maior mudança, tanto em relação ao original quanto ao Legends. O arsenal é o mesmo do PS1 e os itens de primeiros socorros também, entretanto algumas relíquias extras foram adicionadas. No Legends a Lara tinha um binóculo que ajudava ela a analisar as construções que ela tinha que escalar, tinha uma lanterna, uma equipe que contatava ela pelo fone-de-ouvido e um gancho magnético; no Anniversary ela já não tem mais o binóculo nem a equipe (isso para aumentar o nível de dificuldade que foi criticado no Legends), mas tem um diário que dá dicas ao jogador (que na maioria das vezes não ajuda muito), ela também não tem mais a lanterna, pois não tem necessidade, as fases do anniversary são bem mais iluminadas que a do Legends e ela ainda têm o gancho que ajuda tanto a pular lugares altos (onde ela se pendura pela corda como o Tarzan faz com os cipós) quanto a resolver puzzles (mover caixas ou pedras, por exemplo). Os puzzles estão bem difíceis, no nível do jogo original. Também foi adicionado o Bullet-Time e o Quick-Time Event só para dar um toque mais especial ao jogo. Nota: 8,5



Conclusão

Minha nota final para o jogo é 8,7. O jogo lembra muito o original, mas ainda deixa a sensação de que algo está diferente, não que isso seja algo ruim, muito pelo contrário. O jogo está bem silencioso, para aumentar a sensação de solidão, assim como era no original. A trilha sonora está mais presente nas cenas de ação e ela é espetacular. O jogo tem muitas fases novas e as antigas não são apenas uma cópia do jogo original, são uma reimaginação, adaptadas para o novo motor gráfico e para as mudanças na jogabilidade que o remake trouxe. O play time varia de 16 hrs a 25 hrs, mas se for rejogar, depois de já conhecer todos os segredos, o tempo cai pela metade. O remake é um grande presente aos fãs e é ótimo para quem não acompanhou a saga desde o início e quer conhecer.


Então é isso, espero que tenham gostado. Desejo tudo de bom para vocês e até a próxima!



terça-feira, 28 de julho de 2015

Summer Season 2015

Eu demorei em trazer, mas aqui está; antes tarde do que nunca. Esses são os animes da temporada atual de animes que eu estou acompanhando.

Gangsta.


Na cidade de Ergastulum, um vilarejo obscuro com homens feitos e pequenos ladrões, prostitutas e policiais em ação, há algumas obras muito sujas até para seus habitantes. É aí que entra “Handymen”, Nic e Worick, que pegam trabalhos que mais ninguém quer. Uma nova gangue está crescendo no território de uma família mafiosa e os policiais pedem ajuda para cuidar desse caso. O único problema é, tem uma testemunha dessa chacina que se recusa a ficar calada, então eles decidem a levar com eles.

Total de episódios: 12.

Data de estreia: 2 de Julho.


Eu não pretendia começar a ver esse anime, mas como muitas pessoas do meu tumblr estavam vendo, eu decidi dar uma chance ao anime e não me arrependi; pena que só vai ter 12 episódios, mas sempre há uma esperança de uma segunda temporada. Tenho altas expectativas para esse anime.



Ranpo Kitan: Game of Laplace


Sinopse: A história começa em uma escola do ensino médio, onde vários casos de assassinato vem à tona. Kobayashi, um garoto que frequenta essa escola conhece Akechi, que vai à escola para investigar. Kobayashi se interessa por Akechi e apesar das preocupações do seu amigo Hashiba, ele se voluntaria para ser o assistente de Akechi.

Total de episódios: Desconhecido.

Data de estreia: 3 de Julho.


Eu me interessei muito por esse anime assim que eu fiquei sabendo sobre ele. Tenho um grande interesso por mistérios (seja livro, filme, anime...) e tenho altas expectativas para esse anime.



Durarara!!x2 Ten


Sinopse: Segunda parte da segunda temporada de Drrr (obs: eu já falei a sinopse do anime no post de Winter Season 2015)

Total de episódios: 12.

Data de estreia: 4 de Julho.


Apesar da primeira parte não ter sido o que eu esperava, essa começou muito boa, já focando em personagens que ficaram parados na primeira parte ou que simplesmente nem sequer apareceram. Eu acho que eu já falei isso, mas depois que todas as partes terem sido lançadas, eu vou fazer um post de recomendação de toda a segunda temporada (e obviamente também vou falar da primeira). Minhas expectativas são altas.



Charlotte


Sinopse: Muitos garotos e garotas despertam poderes na adolescência. Yuu Otosaka usa sua habilidade sem o conhecimento dos outros a fim de tornar sua vida escolar mais fácil. Uma garota chamada Nao Tomoki de repente aparece atrás dele. Esse encontro revela o destino daqueles que tem poderes especiais.

Total de episódios: 13

Data de estreia: 5 de Julho


Outro anime que eu não pretendia acompanhar inicialmente, mas depois de uma recomendação decidir assistir. Minhas expectativas são medianas.




Bom, é isso. Espero que tenham gostado; só alguns lembretes: Essa não é a lista completa dos animes, apensa aqueles que eu estou assistindo; Eu posso deixar de assistir algum anime que está nessa lista ou passar a assistir um que não esteja aqui ao longo da temporada. No final vou fazer um post de recomendação daqueles que eu gostar muito. Desejo tudo de bom para vocês e até a próxima!

sábado, 25 de julho de 2015

Fatos Curiosos: Mortal Kombat


1°: “O ator.”


O ator que interpretou Liu Kang nos dois primeiros jogos, Ho Sung Pak, também fez Shang Tsung no primeiro. Ele também é o dublê de Raphael nos três primeiros filmes das Tartarugas Ninjas.


2°: “Concurso público”


Kabal, Nightwolf e Stryker, surgiram a partir de um concurso promovido pela Midway, onde os fãs criariam personagens que entrariam para o elenco de Mortal Kombat 3.


3°: “Só um arranhãozinho”


Em Mortal Kombat 9, o fatality de Raiden, “Just a Scratch” (Apenas um Arranhão), é uma referência ao filme “Monty Phyton e o Cálice Sagrado”. Ela vem da parte onde o Rei Arthur desmembra o Cavaleiro Negro durante uma luta, ele diz então que seus ferimentos são “apenas arranhões”.


4°: “O pêssego gigante”


O nome do personagem Motaro vem de um personagem da mitologia japonesa. A lenda diz que esse herói veio à terra de um pêssego gigante que uma mulher achou enquanto lavava roupa na beira de um rio e levou para saborear com seu marido; o casal então decidiu adotar a criança que apareceu quando eles tentaram comer o pêssego e o chamaram de Momotaro (momo=pêssego; taro=menino).


5°: “A glitch is a glitch”


Ermac surgiu a partir de um bug, do primeiro jogo: depois de fechar o jogo, aparecia uma tela com estatísticas, e um lutador era listado como “Ermac” (Error Macro). A EGM americana resolveu fazer uma brincadeira de 1° de abril com isso,  o apresentando como sendo um ninja de vermelho, com as mesmas características dos outros do jogo. O rumor de o personagem ser canônico se espalhou, e ele foi introduzido em Ultimate Mortal Kombat 3.


Bônus: curiosidades rápidas

Shang Tsung é baseado no vilão do filme “Os Aventureiros do Bairro Proibido”, Lo Pan.


Raiden tamém foi inspirado em um personagem desse filme, Lightning, um dos três “Temporais”.


Jax iria participar do primeiro jogo, mas como não havia mulheres no elenco, Sonya Blade foi criada e herdou seu background.


Reptile é o primeiro personagem secreto de um jogo de luta.
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A ESRB (Entretainment Software Rating Board) que classifica os jogos por idade, foi criada após a polêmica de violência nos jogos que começou após o lançamento de Mortal Kombat.


Uma palavrinha do blogger

Muito obrigado por lerem meu blog e sejam bem-vindos. O post de hoje é dedicado a um amigo meu da faculdade que é muito fã da série e infelizmente veio falecer essa quinta-feira.

Em memória de Thiago Lima.


Por hoje é só, espero que tenham gostado; desejo tudo de bom para vocês e até a próxima!

quarta-feira, 22 de julho de 2015

American Horror Story (parte 3)

Coven


A terceira temporada de AHS reúne um grupo de bruxas da era atual tentando viver como pessoas normais sem que descubram seu segredo. Mesmo se passando séculos da época das caças às bruxas, seres humanos ainda tem medo do desconhecido e acabam queimando pessoas que eles descobrem ter poderes sobrenaturais, como aconteceu recentemente com uma bruxa que trouxa de volta à vida um pássaro.

Apesar dessas bruxas tentarem se esconder dentro da sociedade, o principal foco da história é a guerra entre dois clãs de bruxas. A terceira temporada de American Horror Story tem como principal foco a opressão das minorias.


A história começa com a protagonista, Zoe despertando seus poderes e sendo mandada para uma academia especial “Academia para Excepcionais Jovens Garotas da Madame Robichaux”, que acolhe bruxas e as ajuda a descobrir seus poderes, lá ela conhece mais três bruxas de sua idade e a administradora da academia. Inicia-se uma busca para descobrir quem é a próxima Suprema do clã, que é a Bruxa com poderes mais forte que tem a obrigação de proteger o resto do clã.

Essa é a temporada que menos tem a aprovação dos fãs, para explicar porque vou contar um pequeno (minúsculo) spoiler, se não quiser ver pule para o próximo parágrafo. Essas bruxas têm diversos poderes, dentre eles, poderes de trazer os mortos de volta a vida, então o enredo fica muito chato e previsível, pois os personagens começam a morrer, aí voltam, aí morrem de novo... fica muito repetitivo (quem assiste Supernatural sabe como é).

Mesmo sendo (segundo a maioria dos fãs) a pior das temporadas, eu gostei dessa temporada, pois eu acredito ter percebido algo que muitas pessoas que criticam Coven não perceberam. Mais ou menos na época em que essa temporada estava sendo lançada, Ryan Murphy (criador da série) disse que apesar de AHS ser uma série antológica, todas as temporadas estão indiretamente conectadas, e até a temporada passada, nada tinha acontecido que ligasse Asylum a Muder Houser então eu já percebi várias coisas que ligavam Coven a Murder House, mas não vou falar disso agora, depois eu faço um post de teorias e explico melhor.


Personagens e atores

Dessa vez eu vou falar dos atores, já que temos muitos atores novos e também porque muitos atores que participaram da primeira temporada voltaram a aparecer em Coven.


Fiona Goode é a atual Suprema e segundo integrantes do clã, a pior das Supremas. Ele é completamente ausente (foge das responsabilidades do clã) e tenta usar seus poderes para benefício próprio, nunca para proteger as outras bruxas. Em determinados momentos nós vemos nela um papel mais maternal, tentando proteger sua filha, mas vemos esse papel se extinguir quase tão rápido quanto foi criado. Sobre a atriz, Jessica Lange, o papel dela foi levemente diferente do das temporadas anteriores, mas na maior parte do temporada foi a mesma coisa, os papeis dela quase nunca mudam e nessa temporada em especial está mais previsível que nunca.


Cordelia Foxx é a administradora da academia e é filha de Fiona Goode. Cordelia faz de tudo para proteger o clã e manter os poderes das bruxas no anonimato, entretanto, por ela não ser tão rígida, muitas bruxas não veem nela um papel de autoridade, é aí que entra Fiona Goode que é bem mais rígida. Cordelia está passando por uma fase difícil, como a mãe dela (que deveria ser a líder do clã) é completamente ausente, ela tem que assumir as responsabilidades da mãe, fora que Cordelia está noiva, mas não consegue engravidar mesmo querendo ter um filho mais que qualquer coisa agora, então quando a medicina tradicional não funciona ela recorre à bruxaria. Não tenho o que falar sobre a atriz Sarah Paulson, todos os papeis dela são variados e ela faz bem qualquer papel que deem a ela.


Zoe Benson, ela acaba de despertar seus poderes e... e é isso; não se tem muito o que falar sobre ela, é uma personagem chata e clichê. Quanto à atriz, Taissa Farmiga, eu já falei na parte 1 o quanto eu não gostei da atuação dela, mas eu não esperava que nessa temporada fosse ficar ainda pior do que foi na primeira temporada. Todas as cenas em que ela aparecia se tornavam automaticamente chatas; ela é uma atriz sem expressão ou emoção. Talvez eu esteja sendo mal quanto à atuação dela, eu acho que o fato da personagem ser chata me dá a impressão de que a atriz seja pior do que ela realmente é.


Madison Montgomery é uma atriz mirim que teve de desistir da vida de luxo depois que ela acidentalmente (quando não conhecia bem seus poderes) matou o diretor de uma peça que ela estava participando, é a típica personagem riquinha e mimada que se acha melhor que todos e que odeia perder. Ela se torna “amiga” de Zoe quando ela chega na academia e muitos personagens (principalmente Fiona) acham que ela é a próxima Suprema por ela ter poderes mais fortes que as outras. A atriz, Emma Roberts apareceu na série pela primeira vez nessa temporada e se mostrou uma boa atriz, mas nada que fosse tão marcante quanto Frances Conroy ou Jessica Lange, mesmo assim Ryan Murphy decidiu manter ela na série e até a chamou pra participar de uma outra série que ele está atualmente dirigindo.


Marie Laveau é a principal líder de um dos clãs concorrentes. A magia dela é principalmente voltada para o vodu e é como muitas pessoas chamam “magia negra”, mas eu quero deixar bem claro que o clã dos protagonistas também lida com magia negra, como a própria Fiona diz em um episódio, mas a magia de Laveau é um pouco mais “sinistra” tendo que sacrificar animais e fazer rituais com navalhas e coisas do tipo. Marie Laveau existiu na vida real e é conhecia como a Rainha dos vodus (eu acho que já falei isso na parte 1, só estou relembrando). Ela foi interpretada por Angela Bassett, que também aparece pela primeira vez na série e se mostrou uma ótima atriz, tanto que apareceu na quarta temporada e já foi confirmada pra quinta.


Queenie é mais uma bruxa mirim. Antes de entrar pra academia ela trabalhava numa lanchonete e em um momento em que ela se irritou com um dos clientes, ela fez com que a mão dele se queimasse completamente; O poder dela é bem peculiar, ela faz com que determinada ferida que seja causada nela passe diretamente para outra pessoa, ela pode enfiar uma faca na própria barriga e ela não vai morrer e nem sentir dor; quando eu falei que a mão do cliente fica completamente queimada é porque ela enfiou a própria mão em óleo fervente. Queenie se sente excluída no clã por ser gorda e ser a única negra na academia e o fato delas terem uma empregada racista também não ajuda (claro que ela se aproveita do fato da empregada ter que obedecer a ela para lembrá-la que muita coisa mudou desde a época da escravidão), muitas vezes Queenie pensa em passar pro lado de Marie Laveau, mesmo não tendo poderes Vodu. A atriz, Gabourey Sidibe aparece nessa temporada, também pela primeira vez e é uma boa atriz, mas não é nada tão impressionante; ela também participou da quarta temporada, mas fazendo um papel muito pequeno (só aparece em 3 episódios e por isso no próximo post não ou nem falar dela). O maior trabalho na carreira dela foi protagonizando o filme Preciosa - Uma história de esperança.


Nan é uma clarividente e não foi mencionado como ela chegou à academia, mas assim é a personagem, misteriosa e enigmática. Nan pode ler a mente das pessoas até quando ela não quer (quando ela está tentando relaxar na academia com um livro, ela não consegue se concentrar na leitura por causa dos pensamentos dos outros). Ela sabe de coisas sobre as outras bruxas que elas querem manter em segredo a todo custo, mas nem sempre ela demonstra vontade de revelar esse segredo (mesmo quando se trata de assassinato e as outras estão tentando encontrar o assassino). Nan se apaixona por um dos vizinhos cuja mãe é uma fanática religiosa que proíbe ele de falar com as bruxas vizinhas. A atriz, Jamie Brewer voltou a aparecer desde a primeira temporada e quase não teve mudança na atuação dela, eu falei muito sobre ela na parte 1.

A temporada ainda tem outros personagens que eu deveria falar, mas eles só têm importância se eu contar spoiler, então eu optei por não falar deles pra não estragar nada pra vocês, entretanto eu vou citar rapidamente alguns personagens e falar dos atores:



Kyle Spencer, ele é o par romântico da Zoe e foi interpretado por Even Peters; mais uma vez tentaram criar um romance entre os personagens do Even e da Taissa, mas eu pensei que fosse ficar previsível e não ficou, talvez pelo fato de que na primeira temporada, era ele que tinha o “dever” de proteger ela e aqui ela que quer proteger ele.


Misty Day é uma bruxa completamente isolada e que tem uma grande apreciação pela natureza, quem encontra ela pela primeira vez é Zoe que pede ajuda a ela (com o que eu não posso dizer, pois serie spoiler), entretanto quando Misty se vê em perigo ela procura ajuda no clã e eles decidem ajudar ela quando descobrem que ela, assim como as outras bruxas, tem uma chance de ser a próxima Suprema. Misty é uma grande fã de Stevie Nicks e ela até faz uma participação especial na série. Eu já falei nos outros posts o quanto eu gosto dessa atriz, Lily Rabe e de suas personagens, essa em especial é minha favorita. Lily Rabe foi confirmada para a quinta temporada e está atualmente participando de outra série (que eu estou acompanhando e quando acabar provavelmente eu faça um post de recomendação).


Delphine LaLaurie, assim como Marie Laveau, ela existiu na vida real e foi uma assassina em série no século 19, ela torturou e mutilou cerca de 96 escravos negros. Eu não posso falar qual a relação ela tem com bruxas, pois seria spoiler. A atriz,  Kathy Bates apareceu na série pela primeira vez e se mostrou uma ótima atriz, a nível de Lily Rabe ou Sarah Paulson, ela reapareceu na quarta temporada e foi confirmada pra quinta.

Conclusão

Essa temporada não foi a melhor da série, mas não foi tão ruim assim, inclusive eu achei melhor que a primeira, entretanto muitas pessoas se decepcionaram, pois como a segunda temporada tinha sido muito boa, eles esperavam algo no mesmo nível ou melhor, mas não foi essa a intenção de Ryan Murphy nessa temporada, ele tinha achado a segunda muito pesada e queria fazer algo mais light pra terceira, talvez por isso muitos não tenham gostado.


Então é isso, espero que tenham gostado; desejo tudo de bom pra vocês e até a próxima.




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